09 novembro 2010

trabalhos de alunos 2º semestre de 2010

























Difícil organizar legendas nesse Blogger, mas vamos tentar, de cima para baixo:

1) Conformação a frio e a quente (2 fotos);
2) Experimento de corrosão em pregos;
3) Comparação do uso de escória de alto forno em substituição ao pó e às fibras de madeira para retirar óleo na pista (2 fotos);
4) Luminária "vulcânica" com sal de fruta, óleo, água e sei lá que mais; e mais uma luminária de tubo de PVC furado (4 fotos);
5) Preparação de argamassas;
6) Placas de isolamento acústico e caixa de teste com campainha (4 fotos);
7) Reciclagem de lâminas de barbear (2 fotos);
8) Comparação da escória com fibra de côco com limpador de óleo (2 fotos);
9) Reciclagem de Gillette com resina;
10) Pregos x corrosão.

novas modas em fotografia: correr da camera

http://www.flickr.com/search/?q=running%20away%20from%20camera&w=all

Como colar com Coca Cola

http://visboo.com/how-to-cheat-on-a-test.html

experimento com prego impressionante

http://www.picvi.com/2010/11/07/focus-with-nail/

vídeo no PicVi sobre como as pessoas se comportam em grupo

http://www.picvi.com/2010/11/08/human-herd-instinct/

01 novembro 2010

saca só de novo, só que agora melhorou.



Logo abaixo tem algo postado sobre isso. Algo tipo brincando de ter seu próprio Google Earth. Mas agora saiu um modelo mais legalzinho com iOS, o que permite controlar o quadricópterozinho por iPhone. Fora que ele manda as imagens direto para o iPhone, ou tira fotos, por exemplo da piscina da vizinhança.

Site da empresa fabricante:
http://ardrone.parrot.com/parrot-ar-drone/usa/

Abaixo link de um teste feito dentro de um apartamento e no quintal de uma casa:
http://msn.techguru.com.br/olha-o-que-chegou-aqui-na-redacao/

Outro artigo:
http://www.techdig.info/2010/11/01/helicoptero-de-quatro-helices-vira-febre/

Mais uns links de como comprar (gente vendendo) no eBay:

http://www.tamiya-model.com/shop/ardrone-parrot-iphone-ipod-touch-rc-flying-object-with-wifi-brushless-motor-system-p-90022077.html

http://www.ebayconnections.com/
http://cgi.ebay.com/Parrot-AR-Drone-Quadricopter-Helicopter-Orange-Blue-/110604959162?pt=Radio_Control_Vehicles&hash=item19c091bdba

11 setembro 2010

seção saca só de novo

http://www.minasit.com.br/

Uma moça da Escola Educação Criativa recomendou e parece que mais gente vai gostar.
“Todo e qualquer grupo humano exerce algum tipo de atividade de ‘colecionamento’ de objetos materiais, cujo efeito é demarcar um domínio subjetivo em oposição a um determinado ‘outro’. O resultado dessa atividade é precisamente a constituição de um patrimônio”

tirado daqui ó: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/06.063/435 Vai lá que tem mais, muito bom.

08 junho 2010

Programa contra o analfabetismo visual (o resto é retardamento mental e aquecimento global)

Buenas, tem a Illustration Academy que além dos programas ao vivo (lá em Richmond-VA ou em Kansas City-MO também tem uns podcasts e uns programas de educação à distância. Tem um que se chama Discovery (bacana não?). E também tem um outro programa legal deles em EAD que se chama algo tipo alfabetização visual online, o Visual Literacy Online Program. Mas enfim... Tem gente que prefere continuar se comportando como um analfabeto visual que finge que é artista sem rumo... Mas tem coisa pior ainda.

série "o que arquiteto mais faz" 1: enrabar mosquito

25 maio 2010

Helio Piñón no Prólogo do livro Teoria do Projeto

Sempre falarei da arquitetura como prática artística, mas não porque creia que é comum: ao contrário, só uma parte mínima dos projetos que são construídos tem algo a ver com arte; além disso, as maiores aberrações visuais e construtivas, as mais ousadas extravagâncias e desperdícios _ que não deveriam escapar ao império da lei _ são perpetradas em nome da arte. Portanto, a melhor maneira de neutralizar as desculpas latentes que acompanham essas barbaridades é definir com clareza os atributos que caracterizam o fato artístico, e os procedimentos que são próprios da prática da arte, frente às condutas fraudulentas próprias de enganadores e desinibidos. PIÑÓN, Helio. Teoria do projeto; traduzido por Edson Mahfuz. Porto Alegre: Livraria do Arquiteto, 2006 - ISBN 85-60085-02-5 (pg 9: Prólogo).

15 maio 2010

seção resposta a alunos: globalização e arquitetura

Sobre globalização e arquitetura tem o problema da McDonaldização, em que se produz o contrário das cidades cheias de caráter arquitetônico, tipo Ouro Preto, Brasília, Paris, Roma etc _ cada uma dessas cidades é muito diferente da outra em praticamente tudo que você vê. Na arquitetura mcdonaldizada tudo tende a ser padronizado para que você não identifique qualquer diferença, com arquitetura que poderia estar em qualquer lugar, indiferentemente do caráter específico de cada lugar.

Por outro lado há uma tendência de considerar que essas cidades muito pitorescas, muito particulares são assim por causa da arquitetura tradicionalista (tradições culturais do lugar, tipo arquitetura bioclimática, tipo arquitetura com materiais e técnicas do lugar), simbólica etc.

Não vejo por que ameaçar uma coisa com a outra (o McDonald's não vai dominar o mundo todo, e dá muito bem para conviver com um McDonalds aqui e ali nessas cidades todas mais cheias de caráter). As cidades globais não vão acabar com as cidades cheias de características próprias. Portanto eu acho que há um falso dilema, uma falácia, uma questão que não existe, e que faz a gente perder tempo discutindo à toa.

Também não me agradam as "forças", os bundamoles defensores dos fracos que não pediram ajuda, que posam de defensores das arquiteturas indigenistas, das tradições, das formas decorativas manjadas, dos motivos decorativos cansados, e das técnicas e materiais enjoados. Não vai ser esse povinho bundamole que vai defender a continuidade histórica (método absurdo em si mesmo), ou vai garantir a diversidade cultural determinada (outra maluquice conceitual), nem muito menos a preservação da identidade geográfica (geralmente esses defendores não sabem nem o que é identidade). É muita forçação de barra achar que todos esses "desejos" possam ser representados por algum vocabulário arquitetônico em particular, arquitetura não é só uma linguagem, e se fosse seria como querer que só fossem falados os dialetos locais, sem nenhuma comunicação cultural.

Se bem que muito menos me agradam as "forças" que promovem a invenção gratuita e a disseminação indiscriminada das "novas" formas usando "novas" tecnologias e materiais em resposta às diferenças nas necessidades funcionais e sensibilidades individuais. A arquitetura transcende as convenções e limitações locais, o comércio local, os sistemas de trânsito e transporte e de comunicação e informação locais. Nem sempre as únicas soluções são as tradicionais, assim como nem sempre são as últimas novidades ditatoriais das modas dos arquitetos. Nem tudo precisa ser sistematizado ou flexível.

A tensão entre essas "forças" sempre vai existir, mas cabe ao arquiteto saber se movimentar entre esses conceitos todos conforme o caso, dançar conforme a música, no bom sentido, dando um show de adequação, e não de conformismo. A história da arquitetura é cheia de movimentos opostos, principalmente em termos de diversidade cultural (frequentemente confundida com diversidade estética). Frequentemente esses movimentos se baseiam em filosofias arquitetônicas mais proselitistas do que propriamente reflexivas. Ou seja, se fingem de filosofia, mas são na verdade pura propaganda.

Os patrocinadores da arquitetura global, moderna, tecnológica (sei lá que mais conceitos são ajuntados para fingir que são bacanas) costumam ser os políticos e empresários marketeiros que querem usar a arquitetura como simbolizadora, identificadora das suas políticas de marketing corporativista ou partidarista. Muito comum também é ver uns arquitetos marketeiros, os starchitects, que inventam posicionamentos de marketing para que eles se transformem em marcas, travestidas de teorias.

Na verdade sempre foi assim. O Império Romano espalhou seu estilo como forma de dominação e reafirmação. Os governos coloniais fizeram a mesma coisa. E por outro lado a rebeldia chiliquenta dos arquitetos contra os classicismos e neoclassicismos se encaixa no mesmo tipo de ação política, tentando se impor como necessidade nas mudanças do mundo _ se tudo muda o tempo todo no mundo, então precisamos de arquitetos criativos e proféticos o tempo todo. É sempre assim o modernismo era uma moda que se refletia numa arquitetura que vendia mais sistematização e padronização, com produção em massa, desenho lógico e estética mecânica.

Não sei bem se o comércio global depende de uma constante mudança de consumo para continuar crescendo; não sei se para ser diferente as coisas precisam ser iconizadas em padrões de consumo globais. Aliás não sei nem o que é isso de ícones de mudança padronizados. Não acho muita graça em ficar estudando o que arquitetos famosos fizeram como se fossem as melhores práticas da arquitetura. Um problema que me assusta na globalização é quando eu vejo muitos estudantes e professores que parecem esquecer de estudar o que interessa para só aprender a babar ovo de starchitects.

É claro que Ouro Preto, por exemplo entre outras cidades cheias de caráter arquitetônico, pode se encher de McDonalds e Cadeias de hotel (em que todos os quartos são iguais em qualquer lugar do mundo) sem perder o caráter próprio da cidade. Por outro lado não vejo muito problema nas cidades africanas que se enchem de prédios altos de blindex porque elas querem um talismã que mostre a modernização do país, a inserção de países tribais no mundo globalizado e moderno e tal e coisa, porque as pessoas de qualquer tipo de país ou cidade não vão mudar só por causa dessas arquiteturas monumento. Apesar desses prédios produzirem uma mudança radical dos contextos onde esses prédios são construídos, as pessoas que usam esses prédios não vão virar marcianos, nem nada assim.

Abraços

26 abril 2010

seção copia e cola, mas olha lá

"Nossas camas permanecem desocupadas durante 2/3 das 24 horas do dia. Nossas salas de estar, 7/8 dessas mesmas 24 horas. E nossos edifícios de escritórios, metade desse tempo. Já é hora de refletirmos sobre isso [Our beds are empty two-thirds of the time. Our living rooms are empty seven-eighths of the time. Our office buildings are empty one-half of the time. It’s time we gave this some thought]". Disse-o o visionário profeta Richard Buckminster Fuller (1895-1983), arquiteto, designer e inventor norte-americano.

Copiado e colado do ViverCidades, uma revista/site que sempre vale a pena de xeretar, de ler, de aproveitar. Aqui ó:

http://www.vivercidades.org.br/