Notícia do Diário do Grande ABC de 20/07/2006 ( http://economia.dgabc.com.br/materia.asp?materia=540604 ): Das 177 toneladas de vidro que a LG Philips funde em Mauá-SP para a produção de telas de televisores e monitores, 60% da matéria-prima são cacos de vidros, provenientes de telas de monitores e televisores usados e reciclados. Mas só 15% desses cacos são nacionais, o resto é importado. E esses 15% provêm de reciclagens de sobras ou refugos da própria unidade. Nesse caso, o material reciclado tem de ser de outras telas de televisores. O Brasil não tem legislação que determine a destinação para aparelhos de TVs e monitores sem uso. Por isso eles acabam nos aterros sanitários, rios e por aí afora. Ainda não há quem recolha e revenda esse material.
Notícia do Estado de São Paulo de 25 de Julho de 2006 ( http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/jul/25/257.htm ): Cidades dos EUA testam calçadas de pneu reciclado. A superfície absorve choques, o que suaviza a carga nas juntas de corredores e machuca menos no caso de tombos eventuais. Washington e uma dezena de outras comunidades dos Estados Unidos estão instalando calçadas de borracha, feitas de pneus moídos. As praças de borracha são até três vezes mais caras que as de concreto, mas duram mais, porque a raiz das árvores e as mudanças de tempo não causam rachaduras nelas.
A superfície também absorve choques, o que suaviza a carga nas juntas de corredores e machuca menos no caso de tombos eventuais. As calçadas de borracha também são consideradas mais "ambientalmente corretas": oferecem um modo de reciclar os 290 milhões de pneus que, estima-se, são jogados fora a cada ano, apenas nos EUA, e não machucam as árvores como as lajes de concreto.
Notícia do Diário de Cuiabá de 26Jul2006 ( http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=261137 ): Brasil é o maior reciclador de embalagens de agrotóxico do mundo. O Brasil não só é o único país a ter legislação específica sobre o descarte de embalagens vazias de agrotóxico, como também é o maior reciclador mundial dessas embalagens. Os potes de veneno são transformados em conduítes para construção civil.
Notícia da Gazeta do Povo de Curitiba de 24 de Julho de 2006 ( http://canais.ondarpc.com.br/gazetadopovo/economia/conteudo.phtml?id=584933 ): Reciclon transforma lixo em lucro. Uma empresa de Curitiba está transformando antigos problemas sanitários em dinheiro. A Reciclon – recém-criada pelo engenheiro ambiental Otávio Malucelli e pelo jornalista João de Oliveira – venceu em janeiro uma concorrência pública da prefeitura da cidade. Com o contrato, ela compra o lixo verde – galhos e montanhas de grama e gravetos – colhido pela limpeza municipal pelo qual paga R$ 0,12 por tonelada. “Até com transporte economizamos, pois antes levávamos os dejetos diariamente para fora da cidade, e hoje transportamos somente até a empresa recicladora, situada no bairro Ganchinho”, explica o superintendente da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba, Mário Rasera.Segundo Malucelli, com uma máquina trituradora, a Reciclon transforma mensalmente 1,5 mil toneladas desse lixo em combustível para caldeiras industriais de empresas que estão alterando a matriz energética poluidora para a biomassa. Doze funcionários da empresa garantem a entrega diária a quatro clientes – que podem optar por receber o material completo ou apenas os resíduos de madeira, que servem para queima com maior poder calorífico ou para a fabricação de aglomerados de madeira. O insumo também pode ser prensado para produzir briquetes (pequenos tijolos de resíduos que substituem a lenha e o carvão).
Notícia do Jornal de Negócios de Portugal de 26 de Julho de 2006 ( http://www.negocios.pt/default.asp?SqlPage=Content_Empresas&CpContentId=279455 ): Segundo pesquisa do IST, cerca de 59% dos resíduos de construção e demolição (RCD) tiveram um destino final desconhecido em 2005. Os 14 operadores licenciados para a gestão destes resíduos em Portugal têm uma capacidade de deposição e armazenamento de, pelo menos, 12,7 milhões de toneladas, mas não existe procura. De acordo com um estudo orientado por Fernando Branco, docente do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa, e Said Jalali, professor da Universidade do Minho, a produção anual de RCD do País pode ascender a 4,4 milhões de toneladas. Contudo, em 2005 os operadores receberam apenas 1,8 milhões de toneladas, desconhecendo-se o paradeiro das restantes 2,5 milhões de toneladas. A empresa J. Batista Carvalho explora o aterro de Cantanhede, um dos dois locais licenciados pelo Ministério da Economia para a deposição de RCD. Apesar de ter uma capacidade mínima de 2,5 milhões de toneladas, em 2005 recebeu apenas 9 241 toneladas destes resíduos.
Arquitetura e urbanismo + Design, materiais e tecnologias + Desenvolvimento urbano e ambiental + material já publicado nos seguintes blogs: http://nedua.blogspot.com; http://edsm.blogspot.com; http://pa-dua.blogspot.com; http://gegeca.blogspot.com
26 julho 2006
02 julho 2006
GGAU: Güller Güller Architecture Urbanism
indicação de escritório honesto de arquitetura e urbanismo. Clique no título-link
Achei, achei, achei...



Finalmente foi re-encontrado um "novo" material perdido. Foi "descoberto" ainda em fase de desenvolvimento, durante uma pesquisa sobre novos produtos em aço (COUTINHO, Roberta Grillo. Mapeamento de demandas arquitetônicas e urbanísticas para novos produtos em aço. Coronel Fabriciano: UNILESTE-MG, 2004). O "novo" material acabou virando um novo produto de mercado com o nome de "Gagecast".
Encomendas:
The Gage Corporation International
803 South Black River Street
WI 54656 Sparta
USA
site: http://www.gageverticalsurfacing.com/
Galeria com diversos padrões fabricados: http://www.gageverticalsurfacing.com/gcsite/gallery.htm
O Gagecast® é um painel fundido para revestimento vertical. É um compósito de polímero fundidos em uma matriz de diferentes metais em pó (o metal é disperso durante a fusão dos polímeros); depois o material fundido é laminado sobre um sub-extrato de reforço; depois de curado o material é polido e selado superficialmente. O processo de fabricação permite a escolha de diferentes tipos de substrato antes da fundição, além de três tipos de sistemas de instalação.
indicação cristalina
indicação finíssima
Tem um site chamado MATERIAL EXPLORER... É muito bom mesmo... Parece que surgiu de um projeto de pesquisa na Holanda... É preciso se cadastrar, mas vale à pena... Clique no link do título deste post.
tensegrity? so what?
Não sei mais quem, alguma aluna, além do Marco Paulo Irado, ou sei lá quem, pediu algo sobre tensegrity.
Buenas... Perdoem a arrogância... Esse pessoal que se entusiasma com essas coisas cheias de conceitos bacanas sem antes prestar atenção na coisa em si mesma, com um mínimo de espírito crítico, sem parar para estruturar a compreensão da coisa, a sugestão é que, em vez de ficarem pesquisando sobre tensegrity em sites e livros maneiros, que fossem todos estudar tensegrity com suas tias-avós, daquelas que fazem tricot ou crochet (nunca sei direito a diferença). Não tem coisa mais tensegrity que tricot e crochet...
Mas, enfim, seguem alguns links interessantes:
site tensegrity: http://www.tensegrity.com/
site do Buckminster Fuller: http://bfi.org/
site do Kenneth Snelson: http://kennethsnelson.net/
como fazer tensegrity com canudinhos: http://georgehart.com/virtual-polyhedra/straw-tensegrity.html
E um manual em arquivo pdf para baixar: http://georgehart.com/virtual-polyhedra/straw-tensegrity.html
É isso aí Pissite!
Buenas... Perdoem a arrogância... Esse pessoal que se entusiasma com essas coisas cheias de conceitos bacanas sem antes prestar atenção na coisa em si mesma, com um mínimo de espírito crítico, sem parar para estruturar a compreensão da coisa, a sugestão é que, em vez de ficarem pesquisando sobre tensegrity em sites e livros maneiros, que fossem todos estudar tensegrity com suas tias-avós, daquelas que fazem tricot ou crochet (nunca sei direito a diferença). Não tem coisa mais tensegrity que tricot e crochet...
Mas, enfim, seguem alguns links interessantes:
site tensegrity: http://www.tensegrity.com/
site do Buckminster Fuller: http://bfi.org/
site do Kenneth Snelson: http://kennethsnelson.net/
como fazer tensegrity com canudinhos: http://georgehart.com/virtual-polyhedra/straw-tensegrity.html
E um manual em arquivo pdf para baixar: http://georgehart.com/virtual-polyhedra/straw-tensegrity.html
É isso aí Pissite!
21 maio 2006
desenhos com sal sobre uma placa de aço
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03 maio 2006
Por que a gente não vê mais projetos com planos inclinados por aí?

Salvador, Rio de Janeiro e Santos têm tantos em funcionamento desde o século 19... Dizem que na região Sul tem mais ainda (mais novos)... Dizem que Ouro Preto teve projetos e até obras, tanto de um funicular, quanto de um elevador público (como o de Salvador). Por que Minas, com tantas montanhas e tantas falhas geológicas dividindo cidades em degraus, não tem planos inclinados, nem em projetos malucos de estudantes?
Depois de uma viagem a Salvador para consultorias sobre mobiliário urbano, em que, muito por acaso, acabei visitando um plano inclinado recém inaugurado, hoje de manhã, acabei fazendo uma espécie de pesquisa pré-tfg. Como eu quase não tenho o que fazer, tanto trabalho deve servir para tentar resolver algumas das minhas mais tenras, e mais fortes, impressões urbanísticas, ou culpas traumáticas de infância, sei lá, quando eu ia visitar uns amigos que moravam em Copacabana (perto do Corte do Cantagalo) e na Glória (a família Moreira Salles), só porque, em vez de elevador, eles iam para casa em planos inclinados.
Abaixo, seguem algumas informações básicas sobre os ascensores públicos de Salvador, e alguns links (com muita fotos internéticas) sobre funiculares no Rio, em Santos e em outros lugares do mundo. Isto tudo talvez sirva, enfim, para ajudar os malucos que resolverem fazer projetos deste tipo (TFGs, essas coisas...), sem citar fontes nem inspirações, como manda a mística dos arquitetos sempre geniais.
Um plano inclinado ou funicular usa a tecnologia dos elevadores (um cabo puxando um carro para cima) misturada à tecnologia dos trens (um carro que se move sobre trilhos). Dizem que a invenção data do século 15. Os trens têm rodas e trilhos de aço (e não de borracha) justamente para diminuir o atrito em deslocamento, mas, devido à carga, não subiriam ladeiras inclinadas nem que tivessem pneus de borracha. Assim deve ter sido inventado o trem puxado por cabos, onde as rodas e os trilhos apenas serviam para guiar o trem. O funicular emprega dois carros ao mesmo tempo, ligados por um só cabo, para diminuir o gasto energético, porque quando um carro sobe, o outro, de mesmo peso, desce. Assim, o motor dará conta apenas do atrito e da diferença de pesos entre os carros.
No Plano Inclinado do Pilar (o da foto acima), dois bondinhos, interligados por um cabo único (quando um sobe o outro desce), ligam a Cidade Alta à Cidade Baixa, unindo o bairro de Santo Antônio Além do Carmo (em frente à Cruz do Paschoal) ao Comércio, atrás do Trapiche Barnabé. O do Pilar, re-inaugurado em Março de 2005, é o terceiro plano inclinado de Salvador em funcionamento, e assim como os demais ascensores de transporte público em serviço em Salvador (Elevador Lacerda e planos inclinados Gonçalves e da Liberdade), o Plano Inclinado do Pilar tem tarifa simbólica (R$0,10 em Maio de 2006), gastando mais do que arrecadam. Mais do que sistemas de transportes públicos alternativos, os ascensores de Salvador fazem parte da história da cidade e foram pensados para driblar a árdua e demorada tarefa de subir e descer as enormes ladeiras que separam Cidade Alta de Baixa. A falha geológica que inspirou o local para a fundação da cidade, e que divide a Salvador em Cidade Alta e Cidade Baixa (junto ao mar) sempre foi uma preocupação dos moradores e planejadores urbanos, e sempre inspirou a construção de elevadores e planos inclinados.
1) O Plano Inclinado Gonçalves liga a Praça da Sé ao Comércio (Rua Conselheiro Lafayette). Sua origem remonta ao século XVII quando naquele local funcionava o chamado “Guindaste dos Padres”, que transportava material de construção e de carga da parte baixa (que chegava ao porto) para que os religiosos construíssem o Colégio dos Jesuítas. Com seus bondes conhecidos também como “Charriot” (que acabou denominando o lugar nesta parte do bairro do Comércio), o PIG foi concebido e construído pelo o Engenheiro João Ramos de Queiroz, da Escola Politécnica da Bahia, que idealizou um bonde funicular a partir do seu projeto anterior “Bonde Caixa de Fósforo”. A sua inauguração aconteceu no ano de 1889; até 1910 funcionou pelo sistema de manivela, depois passou a usar eletricidade; reformulado em agosto de 1931, quando a rampa de 32º 45’ foi aumentada para 35º 45’, a fim de permitir a supressão das escadarias de acesso aos pavimentos superior e inferior. Hoje, cada bonde suporta até 2,7 toneladas. Ao longo dos anos, passou por períodos de fechamento até que foi revitalizado em 1998.
2) O Plano Inclinado Liberdade-Calçada liga a Praça Nelson Mandela (Liberdade) à Rua Barão de Vila da Barra (Calçada) . Este plano inclinado data da década de 80 do século passado e teve como função ligar o bairro da Liberdade, que tem a maior densidade demográfica de Salvador, à Calçada, onde existe uma estação de trem.
3) O Elevador Lacerda liga a Praça Thomé de Souza à Praça Cayru, no Comércio (em frente ao Mercado Modelo). Principal ascensor entre a Cidade Alta e Baixa desde a fundação de Salvador. O primeiro elevador no local era o chamado “Guindaste da Praça” e teve origem no século XVI. As obras de transformação foram iniciadas em 1869 e concluídas em 1873, inaugurando o então Elevador da Conceição. O projeto foi do comerciante Antônio de Lacerda. Em 1896, o ascensor mudou de nome para homenageá-lo. Passou por reformas na década de 1930 que substituíram o sistema hidráulico por elétrico. Na década de 50, passou das mãos de empresa privada para o patrimônio público. Nos anos 80, foi reformado na sua estrutura; em 1997, sofreu a última grande reforma que deu ao Lacerda sua feição atual.
4) O Elevador do Taboão ligava a Ladeira do Taboão à Rua do Taboão, ao lado da Rua do Julião, no ComércioOperava com duas cabines (20 pessoas cada). As ruínas do Elevador do Taboão estão lá até hoje. As cabines não existem mais. Porém, permanecem o gradeado de ferro e a fachada, na parte baixa, onde se lê em alto-relevo Elevador do Taboão. A propriedade é da prefeitura, mas, tanto na parte de cima como na de baixo, as instalações foram tomadas por comércio de consertos de sapatos e bolsas: o Rápido Brasil (em cima) e o Rapidão Bahiano (embaixo). O Elevador do Taboão foi inaugurado dia 19 de janeiro de 1896 pela Companhia Linha Circular de Carris da Bahia. Foi desativado em 1959 já nas mãos do poder público. Sua revitalização foi promessa de campanha do prefeito João Henrique.
5) O Plano Inclinado Pilar liga os bairros de Santo Antônio Além do Carmo (na Cruz do Paschoal) e Comércio (Pilar), na altura do Trapiche Barnabé. Segundo o historiador Cid Teixeira, os frades carmelitas ocuparam, em data incerta, o local onde posteriormente foi instalado esse plano inclinado. Documentos indicam que depois o transporte tomou forma hidráulica e foi eletrificado em 1910, sendo chamado então de Plano Inclinado do Carmo. Pelos registros da Prefeitura, o atual modelo, o Plano Inclinado Pilar foi construído pelo engenheiro Júlio Brandão a pedido do comerciante Antônio Araújo Porto. Ele facilitava o trânsito entre moradores da freguesia do Santo Antônio Além do Carmo e o Comércio no qual, como o nome já diz, a compra e venda eram intensos. Funcionou até 14 de abril de 1984, durante o mandato de Manoel Castro, por conta da deterioração da área (embaixo). À época, atendia a cerca de 3 mil passageiros por semana. As instalações foram invadidas por sem-tetos que ocuparam o local até as obras de revitalização.
links:
1) sobre o Plano Inclinado do Pilar (o da foto acima), e os outros ascensores em Salvador-BA:
http://www.cultura.gov.br/noticias/na_midia/index.php?p=14711&more=1&c=1&tb=1&pb=1 http://www.stp.salvador.ba.gov.br/categorias/Ascenssores/hist_goncalves2.htm
http://www.ferrolatino.ch/FLBBrasFunicSalvPort.htm
2) sobre história, fabricantes e fornecedores:
http://br.geocities.com/row701/plano-inclinado.htm
http://www.teclev.com.br/plano_inclina.asp
http://www.tecmont.com/scripts/planosinclinados.asp
3) sobre planos inclinados no Rio e em Niterói (diversas fotos):
http://www.ferrolatino.ch/FLBBrasRioFunicEng.htm#FLBBrasRioFunicPortTop
http://www.ferrolatino.ch/FLBBrasRioFunicEng.htm
http://www.santuariodapenhario.com.br/santuario.htm
http://br.geocities.com/zostratus9/rio-plano-01.htm
http://br.geocities.com/row701/rio-gloria-plano.htm
4) sobre planos inclinados na América Latina:
http://www.ferrolatino.ch/FLBStandseilLatAmWeitereEng.htm#FLBWeitStandseilbEngFozIguacu http://www.ferrolatino.ch/FLBStandseilLatAmEng.htm
http://www.ferrolatino.ch/FLBBrasSPPort.htm#FLBBrasSPFunicPort
http://www.pell.portland.or.us/~efbrazil/efsj_road.html
5) sobre transporte público, funiculares, planos inclinados e teleféricos no mundo: http://www.hows.org.uk/personal/rail/ http://www.vesuvioinrete.it/funicolare/e_funicolare.htm http://www.bridgnorthcliffrailway.co.uk/ http://www.funimag.com/funimag19/Lynton01.htm http://www.undiscoveredscotland.co.uk/aviemore/funicular/index.html http://en.wikipedia.org/wiki/Funicular http://www.cliftonrocksrailway.org.uk/ http://www.catnip.co.uk/tracks/funicular/funicular.php
http://br.geocities.com/row701/capa.htm
15 março 2006
casa-alimento?
Não entendi muito bem, mas parece interessante. Ver reportagem no link abaixo, enviado pela Kênia Alves (aluna do Sexto período)
http://carosamigos.terra.com.br/da_revista/edicoes/ed77/renato_ligia.asp
12 março 2006
arquitetura com LEGO
olha só o que o cara faz com LEGO (demora para carregar todas as fotos da página, mas vale à pena): http://www.meganame.ru/modules.php?name=News&file=view&news_id=4378
02 março 2006
lona de concreto
Neste site tem uma boa explicação do projeto: http://www.designboom.com/contemporary/concretecanvas.html
... mas como toda boa idéia...
...já tinha sido tentada antes de outro jeito muito parecido...
fontes:
http://www.concretecanvas.org.uk/
http://www.binisystems.com/binishell.html
agradecimentos especiais: Mr Augustin de Tugny
13 fevereiro 2006
12 fevereiro 2006
site muito bom
Recetas urbanas (urban prescriptions) - strategies for subversive urban occupation
http://www.recetasurbanas.net/
http://www.recetasurbanas.net/
série Casas compactas
Vai ver o resto do projeto (e outros) lá no site do autor, o Andrew Maynard: http://www.andrewmaynard.com.au/holl02.html
série design de móveis esquisitos
mesa cubo Rubick:

encomendas: http://www.jellio.com/furniture/gametable.html
mesa-cama:


encomendas: http://www.inovallc.com/res_tablebed.html
encomendas: http://www.jellio.com/furniture/gametable.html
mesa-cama:
encomendas: http://www.inovallc.com/res_tablebed.html
06 fevereiro 2006
roupa de cama para alunos sonhadores...
encomendas: http://www.realitybedding.com/
E, roupa de cama para casais:
http://www.doubleupsforbeds.com/
blitz na cidade grande...

Legende a foto, por exemplo:
1) Como assim? A bolsa branca no chão lá atrás? Com os pacotes da erva? Quer dizer, aquele tijolo esquisito? Espera aí, eu não tenho nada com isso ô branquelada. Eu estou limpo cavalheiros.
2) I ain't Rodney King Motha-fucka...I'll take one of you weak ass bitches down with me....Which one of you got the sack to step the fuck up!!!!
mucurizando um pouco...
mucurizando mais...

Interessante também este morro com catapora próximo da entrada da cidade em Carlos Chagas-MG. Após anos de especulações eu, a Rísia e o Fábio chegamos à conclusão que há muitos anos ali devia haver uma floresta, talvez uma mata de madeira de lei, talvez uma cultura de eucalipto. Após o corte das árvores os cupinzeiros que deveria haver entre os troncos das árvores, expostos à chuva e ao vento, devem ter se erodido um pouco na forma cônica, e acabaram recobertos pela forração de capim que sobreveio na formação de pasto no lugar. Sei lá... Para quem não entende nada disso, a hipóetese não é das piores, é?
mucurizando...

É interessante, mas... Não me perguntem o que é, como é; nada disso. Essa espécie de quiosque de ET fica em Carlos Chagas-MG (Vale do Mucuri), na saída da sede do município para o distrito de Presidente Penna. Parece que lá a reciclagem de latinhas de alumínio ainda não chegou aos R$4,00/kg (±R$0,05/latinha).
20 novembro 2005
crueldades da mão invisível do mercado
Renda mensal de catadores de lixo cai à metade seguindo cotações internacionais
Queda do dólar derruba preço de materiais recicláveis
Queda do dólar derruba preço de materiais recicláveis
14 novembro 2005
série: questões persistentes
Alunos vivem me perguntando como fazer casas e outras coisas que flutuem sobre garrafas PET. Neste link tem seqüências da construção de uma jangada que alguém fez com garrafas PET.

série: projetos malucos
Eduardo Chillida, um escultor basco, pretende construir um quase cubo (45 x 50 x 65m) dentro da montanha Tindaya, nas ilhas Canárias (Espanha). A obra começou em 2003, para ser completada em 2010, dirigida pela Arup, encarregada de construir provavelmente a maior caverna subterrânea de teto plano.

acima, fotos da montanha real de uma maquete/modelo da escultura
fontes:
http://www.floornature.com/worldaround/articolo.php/art80/3/en
http://www.arup.com/spain/project.cfm?pageid=3945
http://www.tindaya-chillida.com/in/actualidad.html
acima, fotos da montanha real de uma maquete/modelo da escultura
fontes:
http://www.floornature.com/worldaround/articolo.php/art80/3/en
http://www.arup.com/spain/project.cfm?pageid=3945
http://www.tindaya-chillida.com/in/actualidad.html
12 novembro 2005
06 novembro 2005
17 outubro 2005
09 outubro 2005
mil coisas de bambu
Atenção alunos: Podem passar o tempo que quiserem explorando o sensacional site do link abaixo. Tem milhões de coisas com e sobre bambu. Passe o mouse sobre as fotos para ver os títulos.
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