É sobre o impacto do boom do vidro na arquitetura. A questão do crítico de arquitetura do NYMag é se a cidade transparente é mesmo mais bonita do que a cidade de antes. Mas o que ficou bacana foi o método, com as fotos de "como era" e de "como ficou"
É uma rede on-line, comunidade dedicada a melhorar condições de vida através da concepção inovadora e sustentável. Aqui criadores de todas as convicções podem:
• Compartilhar suas idéias, projetos e planos • Ver e rever desenhos postados por outras pessoas • Colaborar uns com os outros, pessoas de outras profissões liberais e líderes comunitários para enfrentar desafios específicos de design • Gerenciar projetos do conceito à aplicação • Comunicar facilmente com os membros da equipe • Proteger direitos de propriedade intelectual usando o Creative Commons • Construir um futuro mais sustentável
Quem está por trás disso?
A rede de arquitetura aberta é um desdobramento da Arquitetura para a Humanidade. Ela cresceu da frustração coletiva na partilha de ideias e de tentar trabalhar em conjunto para resolver necessidades como abrigos após desastre, em assentamentos informais e de problemas em nossas próprias comunidades.
Architecture for Humanity é uma entidade de caridade, que procura soluções arquitetônicas para crises humanitárias e presta serviços às comunidades carentes. Para saber mais sobre o nosso trabalho, por favor, visite nosso website:
Projecto residencial de África vai consumir USD dois mil milhões
Luanda, 21/10 – O projecto imobiliário residencial “Benguela Blue Ocean” vai consumir cerca de dois mil milhões de dólares nos próximos 10 anos.
A informação foi dada hoje (domingo) à Angop, na feira Constrói Angola 2007, pelo administrador do empreendimento, Marques da Silva.
Com uma área total de mil 350 hectares (equivalente a mil 350 campos de futebol), a nova cidade, a ser erguida no município da Baía Azul, província de Benguela, foi concebida para albergar 20 mil habitantes.
O empreendimento, que vai se estender ao longo de 600 hectares de planalto quase desértico, olhando sobranceiramente o mar, inclui, entre outras infra-estruturas, habitações multi e uni familiares, banda/geminada e uma área destinada a hotelaria de 427. 500 metros m2.
Entre as áreas reservadas às infra-estruturas destacam-se ainda 876 mil m2 de rede viária, mil 534 de áreas verdes, 164 mil e 500 de marina e 7.050.000 de área a preservar.
Contemplando várias infra-estruturas desportivas, o “Benguela Blue Ocean”, que arranca no primeiro semestre de 2008, vai criar, nos próximos dez anos, 25 mil postos de trabalho, dos quais 15 mil directos e dez mil indirectos.
A implantação da nova urbe na zona circundante à Baía Azul teve como principais atractivos a tradição industrial da província de Benguela, o legado histórico das suas principais cidades (Benguela e Lobito), o aeroporto de Catumbela e o porto do Lobito.
Segundo afirmou o gestor, a futura construção da refinaria de Benguela e a implementação de fábricas de cimento e de empresas satélites na província representam um valor acrescentado para a nova cidade.
Disse acreditar que o crescimento do turismo na região surgirá naturalmente com o desenvolvimento do projecto e com a qualidade de oferta de recreio e lazer intrínseca a este.
O empreendimento “Benguela Blue Ocean” tem como promotores as empresas de direito angolano Taminvest Angola (Luanda) e Propar – Projectos e Participações (Benguela).