http://www.minasit.com.br/
Uma moça da Escola Educação Criativa recomendou e parece que mais gente vai gostar.
Arquitetura e urbanismo + Design, materiais e tecnologias + Desenvolvimento urbano e ambiental + material já publicado nos seguintes blogs: http://nedua.blogspot.com; http://edsm.blogspot.com; http://pa-dua.blogspot.com; http://gegeca.blogspot.com
11 setembro 2010
“Todo e qualquer grupo humano exerce algum tipo de atividade de ‘colecionamento’ de objetos materiais, cujo efeito é demarcar um domínio subjetivo em oposição a um determinado ‘outro’. O resultado dessa atividade é precisamente a constituição de um patrimônio”
tirado daqui ó: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/06.063/435 Vai lá que tem mais, muito bom.
tirado daqui ó: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/06.063/435 Vai lá que tem mais, muito bom.
07 agosto 2010
27 junho 2010
19 junho 2010
17 junho 2010
08 junho 2010
Programa contra o analfabetismo visual (o resto é retardamento mental e aquecimento global)
Buenas, tem a Illustration Academy que além dos programas ao vivo (lá em Richmond-VA ou em Kansas City-MO também tem uns podcasts e uns programas de educação à distância. Tem um que se chama Discovery (bacana não?). E também tem um outro programa legal deles em EAD que se chama algo tipo alfabetização visual online, o Visual Literacy Online Program. Mas enfim... Tem gente que prefere continuar se comportando como um analfabeto visual que finge que é artista sem rumo... Mas tem coisa pior ainda.
25 maio 2010
Helio Piñón no Prólogo do livro Teoria do Projeto
Sempre falarei da arquitetura como prática artística, mas não porque creia que é comum: ao contrário, só uma parte mínima dos projetos que são construídos tem algo a ver com arte; além disso, as maiores aberrações visuais e construtivas, as mais ousadas extravagâncias e desperdícios _ que não deveriam escapar ao império da lei _ são perpetradas em nome da arte. Portanto, a melhor maneira de neutralizar as desculpas latentes que acompanham essas barbaridades é definir com clareza os atributos que caracterizam o fato artístico, e os procedimentos que são próprios da prática da arte, frente às condutas fraudulentas próprias de enganadores e desinibidos. PIÑÓN, Helio. Teoria do projeto; traduzido por Edson Mahfuz. Porto Alegre: Livraria do Arquiteto, 2006 - ISBN 85-60085-02-5 (pg 9: Prólogo).
24 maio 2010
17 maio 2010
15 maio 2010
seção resposta a alunos: globalização e arquitetura
Sobre globalização e arquitetura tem o problema da McDonaldização, em que se produz o contrário das cidades cheias de caráter arquitetônico, tipo Ouro Preto, Brasília, Paris, Roma etc _ cada uma dessas cidades é muito diferente da outra em praticamente tudo que você vê. Na arquitetura mcdonaldizada tudo tende a ser padronizado para que você não identifique qualquer diferença, com arquitetura que poderia estar em qualquer lugar, indiferentemente do caráter específico de cada lugar.
Por outro lado há uma tendência de considerar que essas cidades muito pitorescas, muito particulares são assim por causa da arquitetura tradicionalista (tradições culturais do lugar, tipo arquitetura bioclimática, tipo arquitetura com materiais e técnicas do lugar), simbólica etc.
Não vejo por que ameaçar uma coisa com a outra (o McDonald's não vai dominar o mundo todo, e dá muito bem para conviver com um McDonalds aqui e ali nessas cidades todas mais cheias de caráter). As cidades globais não vão acabar com as cidades cheias de características próprias. Portanto eu acho que há um falso dilema, uma falácia, uma questão que não existe, e que faz a gente perder tempo discutindo à toa.
Também não me agradam as "forças", os bundamoles defensores dos fracos que não pediram ajuda, que posam de defensores das arquiteturas indigenistas, das tradições, das formas decorativas manjadas, dos motivos decorativos cansados, e das técnicas e materiais enjoados. Não vai ser esse povinho bundamole que vai defender a continuidade histórica (método absurdo em si mesmo), ou vai garantir a diversidade cultural determinada (outra maluquice conceitual), nem muito menos a preservação da identidade geográfica (geralmente esses defendores não sabem nem o que é identidade). É muita forçação de barra achar que todos esses "desejos" possam ser representados por algum vocabulário arquitetônico em particular, arquitetura não é só uma linguagem, e se fosse seria como querer que só fossem falados os dialetos locais, sem nenhuma comunicação cultural.
Se bem que muito menos me agradam as "forças" que promovem a invenção gratuita e a disseminação indiscriminada das "novas" formas usando "novas" tecnologias e materiais em resposta às diferenças nas necessidades funcionais e sensibilidades individuais. A arquitetura transcende as convenções e limitações locais, o comércio local, os sistemas de trânsito e transporte e de comunicação e informação locais. Nem sempre as únicas soluções são as tradicionais, assim como nem sempre são as últimas novidades ditatoriais das modas dos arquitetos. Nem tudo precisa ser sistematizado ou flexível.
A tensão entre essas "forças" sempre vai existir, mas cabe ao arquiteto saber se movimentar entre esses conceitos todos conforme o caso, dançar conforme a música, no bom sentido, dando um show de adequação, e não de conformismo. A história da arquitetura é cheia de movimentos opostos, principalmente em termos de diversidade cultural (frequentemente confundida com diversidade estética). Frequentemente esses movimentos se baseiam em filosofias arquitetônicas mais proselitistas do que propriamente reflexivas. Ou seja, se fingem de filosofia, mas são na verdade pura propaganda.
Os patrocinadores da arquitetura global, moderna, tecnológica (sei lá que mais conceitos são ajuntados para fingir que são bacanas) costumam ser os políticos e empresários marketeiros que querem usar a arquitetura como simbolizadora, identificadora das suas políticas de marketing corporativista ou partidarista. Muito comum também é ver uns arquitetos marketeiros, os starchitects, que inventam posicionamentos de marketing para que eles se transformem em marcas, travestidas de teorias.
Na verdade sempre foi assim. O Império Romano espalhou seu estilo como forma de dominação e reafirmação. Os governos coloniais fizeram a mesma coisa. E por outro lado a rebeldia chiliquenta dos arquitetos contra os classicismos e neoclassicismos se encaixa no mesmo tipo de ação política, tentando se impor como necessidade nas mudanças do mundo _ se tudo muda o tempo todo no mundo, então precisamos de arquitetos criativos e proféticos o tempo todo. É sempre assim o modernismo era uma moda que se refletia numa arquitetura que vendia mais sistematização e padronização, com produção em massa, desenho lógico e estética mecânica.
Não sei bem se o comércio global depende de uma constante mudança de consumo para continuar crescendo; não sei se para ser diferente as coisas precisam ser iconizadas em padrões de consumo globais. Aliás não sei nem o que é isso de ícones de mudança padronizados. Não acho muita graça em ficar estudando o que arquitetos famosos fizeram como se fossem as melhores práticas da arquitetura. Um problema que me assusta na globalização é quando eu vejo muitos estudantes e professores que parecem esquecer de estudar o que interessa para só aprender a babar ovo de starchitects.
É claro que Ouro Preto, por exemplo entre outras cidades cheias de caráter arquitetônico, pode se encher de McDonalds e Cadeias de hotel (em que todos os quartos são iguais em qualquer lugar do mundo) sem perder o caráter próprio da cidade. Por outro lado não vejo muito problema nas cidades africanas que se enchem de prédios altos de blindex porque elas querem um talismã que mostre a modernização do país, a inserção de países tribais no mundo globalizado e moderno e tal e coisa, porque as pessoas de qualquer tipo de país ou cidade não vão mudar só por causa dessas arquiteturas monumento. Apesar desses prédios produzirem uma mudança radical dos contextos onde esses prédios são construídos, as pessoas que usam esses prédios não vão virar marcianos, nem nada assim.
Abraços
Por outro lado há uma tendência de considerar que essas cidades muito pitorescas, muito particulares são assim por causa da arquitetura tradicionalista (tradições culturais do lugar, tipo arquitetura bioclimática, tipo arquitetura com materiais e técnicas do lugar), simbólica etc.
Não vejo por que ameaçar uma coisa com a outra (o McDonald's não vai dominar o mundo todo, e dá muito bem para conviver com um McDonalds aqui e ali nessas cidades todas mais cheias de caráter). As cidades globais não vão acabar com as cidades cheias de características próprias. Portanto eu acho que há um falso dilema, uma falácia, uma questão que não existe, e que faz a gente perder tempo discutindo à toa.
Também não me agradam as "forças", os bundamoles defensores dos fracos que não pediram ajuda, que posam de defensores das arquiteturas indigenistas, das tradições, das formas decorativas manjadas, dos motivos decorativos cansados, e das técnicas e materiais enjoados. Não vai ser esse povinho bundamole que vai defender a continuidade histórica (método absurdo em si mesmo), ou vai garantir a diversidade cultural determinada (outra maluquice conceitual), nem muito menos a preservação da identidade geográfica (geralmente esses defendores não sabem nem o que é identidade). É muita forçação de barra achar que todos esses "desejos" possam ser representados por algum vocabulário arquitetônico em particular, arquitetura não é só uma linguagem, e se fosse seria como querer que só fossem falados os dialetos locais, sem nenhuma comunicação cultural.
Se bem que muito menos me agradam as "forças" que promovem a invenção gratuita e a disseminação indiscriminada das "novas" formas usando "novas" tecnologias e materiais em resposta às diferenças nas necessidades funcionais e sensibilidades individuais. A arquitetura transcende as convenções e limitações locais, o comércio local, os sistemas de trânsito e transporte e de comunicação e informação locais. Nem sempre as únicas soluções são as tradicionais, assim como nem sempre são as últimas novidades ditatoriais das modas dos arquitetos. Nem tudo precisa ser sistematizado ou flexível.
A tensão entre essas "forças" sempre vai existir, mas cabe ao arquiteto saber se movimentar entre esses conceitos todos conforme o caso, dançar conforme a música, no bom sentido, dando um show de adequação, e não de conformismo. A história da arquitetura é cheia de movimentos opostos, principalmente em termos de diversidade cultural (frequentemente confundida com diversidade estética). Frequentemente esses movimentos se baseiam em filosofias arquitetônicas mais proselitistas do que propriamente reflexivas. Ou seja, se fingem de filosofia, mas são na verdade pura propaganda.
Os patrocinadores da arquitetura global, moderna, tecnológica (sei lá que mais conceitos são ajuntados para fingir que são bacanas) costumam ser os políticos e empresários marketeiros que querem usar a arquitetura como simbolizadora, identificadora das suas políticas de marketing corporativista ou partidarista. Muito comum também é ver uns arquitetos marketeiros, os starchitects, que inventam posicionamentos de marketing para que eles se transformem em marcas, travestidas de teorias.
Na verdade sempre foi assim. O Império Romano espalhou seu estilo como forma de dominação e reafirmação. Os governos coloniais fizeram a mesma coisa. E por outro lado a rebeldia chiliquenta dos arquitetos contra os classicismos e neoclassicismos se encaixa no mesmo tipo de ação política, tentando se impor como necessidade nas mudanças do mundo _ se tudo muda o tempo todo no mundo, então precisamos de arquitetos criativos e proféticos o tempo todo. É sempre assim o modernismo era uma moda que se refletia numa arquitetura que vendia mais sistematização e padronização, com produção em massa, desenho lógico e estética mecânica.
Não sei bem se o comércio global depende de uma constante mudança de consumo para continuar crescendo; não sei se para ser diferente as coisas precisam ser iconizadas em padrões de consumo globais. Aliás não sei nem o que é isso de ícones de mudança padronizados. Não acho muita graça em ficar estudando o que arquitetos famosos fizeram como se fossem as melhores práticas da arquitetura. Um problema que me assusta na globalização é quando eu vejo muitos estudantes e professores que parecem esquecer de estudar o que interessa para só aprender a babar ovo de starchitects.
É claro que Ouro Preto, por exemplo entre outras cidades cheias de caráter arquitetônico, pode se encher de McDonalds e Cadeias de hotel (em que todos os quartos são iguais em qualquer lugar do mundo) sem perder o caráter próprio da cidade. Por outro lado não vejo muito problema nas cidades africanas que se enchem de prédios altos de blindex porque elas querem um talismã que mostre a modernização do país, a inserção de países tribais no mundo globalizado e moderno e tal e coisa, porque as pessoas de qualquer tipo de país ou cidade não vão mudar só por causa dessas arquiteturas monumento. Apesar desses prédios produzirem uma mudança radical dos contextos onde esses prédios são construídos, as pessoas que usam esses prédios não vão virar marcianos, nem nada assim.
Abraços
26 abril 2010
seção copia e cola, mas olha lá
"Nossas camas permanecem desocupadas durante 2/3 das 24 horas do dia. Nossas salas de estar, 7/8 dessas mesmas 24 horas. E nossos edifícios de escritórios, metade desse tempo. Já é hora de refletirmos sobre isso [Our beds are empty two-thirds of the time. Our living rooms are empty seven-eighths of the time. Our office buildings are empty one-half of the time. It’s time we gave this some thought]". Disse-o o visionário profeta Richard Buckminster Fuller (1895-1983), arquiteto, designer e inventor norte-americano.
Copiado e colado do ViverCidades, uma revista/site que sempre vale a pena de xeretar, de ler, de aproveitar. Aqui ó:
http://www.vivercidades.org.br/
Copiado e colado do ViverCidades, uma revista/site que sempre vale a pena de xeretar, de ler, de aproveitar. Aqui ó:
http://www.vivercidades.org.br/
10 abril 2010
30 março 2010
blogs e sites bacanas
ELEMENTAL (Aravena): http://www.elementalchile.cl/
Arquitetura na Paraíba: http://arqpb.blogspot.com/
Arquitetura na Paraíba: http://arqpb.blogspot.com/
20 março 2010
O eco-design e a construção de garrafas: Vamos parar de banalidade aí?

Ando recebendo muitas vezes o mesmo e-mail com fotos de uma alvenaria de garrafas PET. Na verdade tem muita coisa na internet sobre reciclagem de garrafas PET de tudo quanto é jeito: http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&rlz=1C1GPCK_enBR352BR352&q=reciclagem+garrafas+PET&meta=&aq=f&aqi=g3&aql=&oq=&gs_rfai=
Estou falando das fotos como essa abaixo em que aparece essa moça, que os e-mails apresentam como uma "biógola":

Engraçado também a quantidade de notícias recentes na internet sobre a casa de garrafas de vidro do argentino Tito Ingenieri (http://www.google.com.br/search?rlz=1C1GPCK_enBR352BR352&sourceid=chrome&ie=UTF-8&q=argentino+casa+garrafas+tito).
A maioria é pura repetição com falhas da BBC, trocam o nome do sujeito, dizem que o apelido Ingenieri (engenheiro) é o nome do cara, grafam errado (inginieri), postam fotos de outros lugares, postam fotos ruins etc. E essa casa em si nem é bonita. O lugar todo é meio sujo. A idéia é entrar para o livro Guinness. Este parece um bom artigo original sobre essa casa: http://www.elmurocultural.com/titoingenieri/index.html


Não tem muita novidade em alvenaria com garrafas, e no site TreeHugger tem uma matéria legal sobre construções com garrafas: http://www.treehugger.com/files/2007/10/bottle_building.php
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Tem muita coisa interessante sobre reciclagem de garrafas, mas nem tudo parece possível, e quase nada é informado, muito menos explicado. Um vaso sanitário de PET me pareceu interessante (ver imagem abaixo), mas parece que só pintaram um desenho durão como se fosse de PET.


Em termos de mobiliário urbano já teve uma idéia interessante com garrafas. Yvette Hurt da Art in Motion em Lexington, no Kentucky, impressionada com uma pesquisa que "descobria" (duh...) que mais gente usa os pontos de ônibus do que os equipamentos urbanos de arte, tipo museus etc (cada pesquisa que nego inventa...). Mas enfim, daí surgiu um concurso de abrigos de ônibus artísticos, e o primeiro lugar foi de um projeto por Aaron Scales do escritório de arquitetura McKay Snyder Architect _ chamado bottlestop _ e feito com garrafas de Ginger Ale recicladas.






Por outro lado tem muita coisa legal bem simplória feita de PET reciclado. Tem coisa muito bacaninha que é muito fácil de fazer, como as cestinhas de fitas de PET (ver imagem abaixo).
De bacana tem por exemplo o templo budista bem feito com garrafas (também do TreeHugger: http://www.treehugger.com/files/2008/10/temple-built-from-beer-bottles.php
E de bacana mesmo, embora pareça lenda, tem o projeto da Heineken, de remoldar garrafas de cerveja em tijolo de vidro. E era uma idéia de 1963, chamada de Heineken WOBO (world bottle). A idéia era do próprio dono da fábrica holandesa de cerveja, Alfred Heineken que encarregou o arquiteto holandês John Habraken (http://www.habraken.com/). A idéia inicialmente não era de reciclar as garrafas, mas de engarrafar a cerveja num tijolo de vidro. O tijolo de cerveja, o “brick that holds beer” estava a frente do seu tempo. Imagina a quantidade de cerveja que daria uma casa. Imagina um mutirão de amigos bêbados quebrando os tijolos todos tentando construir uma casa de cerveja. Imagina um bar de tijolo de cerveja. A idéia do Mr Heineken surgiu de uma visita turística ao Caribe, em que ele se surpreendeu numa praia linda, que estava poluída de garrafas de cerveja, inclusive garrafas de Heineken importadas da Holanda. A Heineken WOBO pareceu uma idéia que resolveria os problema de habitação em países pobres ao mesmo tempo em que aumentaria as exportações da Heineken mundo afora.
O design da garrafa Heineken WOBO vinha em dois tamanhos – versões de 350 e 500 mm. A alvenaria considerava as garrafas na horizontal, travadas pelo próprio lay out, e pela argamassa de assentamento. Cerca de 100.000 garrafas chegaram a serem produzidas em 1963, e alguns protótipos chegaram a ser construídos com essas garrafas, inclusive uma cabana para a propriedade de Mr Heineken em Noordwijk. O design apresenta problemas com vãos, com quinas etc, mas a idéia ainda parece muito promissora, embora pareça completamente esquecida. Em 1975 a idéia pareceu recomeçar a brotar, quando o publicitário Martin Pawley publicou um projeto que a anunciava uma nova mensagem na garrafa (WOBO: a new kind of message in a bottle). Dessa vez a Heineken, novamente com o arquiteto Habraken, projetou um galpão feito de tambores de chope e tetos de kombi (vai entender o que a Kombi tinha a ver com isso).
Seguem-se as imagens que eu achei na internet sobre a Heineken WOBO:









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