Arquitetura e urbanismo + Design, materiais e tecnologias + Desenvolvimento urbano e ambiental + material já publicado nos seguintes blogs: http://nedua.blogspot.com; http://edsm.blogspot.com; http://pa-dua.blogspot.com; http://gegeca.blogspot.com
17 outubro 2005
09 outubro 2005
mil coisas de bambu
Atenção alunos: Podem passar o tempo que quiserem explorando o sensacional site do link abaixo. Tem milhões de coisas com e sobre bambu. Passe o mouse sobre as fotos para ver os títulos.
14 setembro 2005
13 setembro 2005
casa-fruta
The uses for these durable Spheres are limited only by ones imagination and include: ealing, meditation, photography, canopy research, hunting & leisure.Free Spirit Spheres can be hung from the trees as shown, making a tree house. They can also be hung from any other solid objects or placed in cradles on the ground. There are four attachment points on the top of each sphere and another four anchor points on the bottom. Each of the attachment points is strong enough to carry the weight of the entire sphere and contents.
The spheres are made of two laminations of wood strips over laminated wood frames. The outside surface is then finished and covered with a clear fibreglass. The result is a beautiful and very tough skin. The skin is waterproof and strong enough to take the impacts that come with life in a dynamic environment such as the forest. Equally durable reproductions of these wooden Spheres are now available in fibreglass, reducing the cost of a completed Sphere significantly.
Veja mais no site deles: http://www.freespiritspheres.com/
mais repetelecoteco: Radial Timber Australia
Ser criativo é uma coisa. Ser inovativo é outra. A Radial Timber Australia foi inovativa, criativa e tradicional ao mesmo tempo, empregando uma técnica antiga para mudar o paradigma de produção de madeira para construção.Em termos de "cortes" de madeira, as técnicas tradicionais tentam fazer perfis de seção retangular a partir de troncos de seção circular. Esses "cortes", além do "trabalho" geométrico, que resulta em excesso de sobras, requerem secagens cuidadosas e tratamentos especiais. Para impedir, por exemplo, as fibras da madeira de, devido à tensão residual, tentarem voltar à sua configuração original, na forma de farpas encurvadas, que se soltam da madeira em forma de paralelepípedo. Para impedir rachaduras. Para impedir o empenamento da peça cortada, que embora mantendo a seção retangular, deixa de ser reta. Por outro lado o corte radial, corta o tronco em fatias, assim como se divide uma pizza. A madeira cortada de forma radial empena muito menos e aproveita muito mais o tronco.

visite o site todo: http://www.radialtimber.com/start.htm
mais repetition: Twentieth-century design is over now
Anything can look like anything now. You can put a pixel of any color anywhere you like on a screen, you can put a precise dot of ink anywhere on any paper, you can stuff any amount of functionality into chips. The limits aren't to be found in the technology any more. The limits are behind your own eyes, people. They are limits of habit, things you've accepted, things you've been told, realities you're ignoring. Stop being afraid. Wake up. It's yours if you want it. It's yours if you're bold enough.Are you bold enough? I can't tell you that. That's beyond my ability to judge. You have to tell me that.I take designers with complete and utter seriousness. At the dawn of the twenty-first century, the people who design the technical infrastructure of daily life are placed to become the most powerful and influential social group in the world. Because you are the people who are loose enough to understand the full scale of the potential, but together enough to do something practical about it in real life.You only feel tangential, because you're used to living under the floorboards of art, commerce and engineering. But the twentieth century's house has burned down, and the space beneath the floorboards is huge. It's a tremendous, vast, creative space.You have no real rivals. Politics are sterile. Banks are in a frenzy. Capitalists don't know what to tell you to do. Venture capital is a mob scene. The military can't take casualties. Religion is a joke. Scientists are losing government patronage and going broke. The fine arts certainly aren't gonna stop you. Engineers are obsessed with technical sweetness, they despise the end user and don't understand consumer trends. But designers: you're right in a booming market, and you have the public eye. You're without rivals; there's no one else on the public stage. This could be your profession's greatest, most golden moment. Ever! Ever.Or maybe not. You tell me. I've said enough now, and we're out of time. Thanks for your attention...
STERLING, Bruce. Speech at Industrial Designers Society of America national conference Chicago: IDSA, July 17, 1999
fonte: http://www.viridiandesign.org/idsa.html
mais coming around sobre ambientalismos: o neorecreacionismo e a ilusão da restauração ecológica
No último número da Harvard Design Magazine tem um ótimo artigo sobre como as preocupações ecológicas, assim como outros temas polarizadores (desarmamento, terrorismo, globalização etc) andam influenciando negativamente o design ambiental, possibilitando "enganações" de tom moralista. O autor reclama do perigo da utilização de espécies exóticas invasivas (em vez de nativas) em projetos de restauração ambiental, no que ele chama de "ajardinação do paisagismo" (ou algo assim), por culpa da "ecologia versão Disney" (estável e previsível). Como o autor também é contra o paisagismo só de espécies nativas, conclui-se que, na verdade, ele é contra a influência desses temas polarizadores, cujo caráter moralista empobrece a discussão, com alegações supostamente absolutas.
more comin' around again: deficit habitacional brasileiro...
O IBGE pensou melhor e descobriu que o deficit habitacional não é aquelas coisas todas que o povo enche a boca para dar aula no boteco. O deficit de 7,2 milhões de moradias tem um erro de pelo menos 3,1 milhões. Por exemplo: Co-habitação: Quando duas famílias moram numa mesma casa (filhos, sogra etc que moram junto), os pesquisadores consideram que falta uma moradia. Só que mais de 50% dessas pessoas têm renda acima de 10 salários mínimos e não querem morar separado. Outro indício de erro é que outros dados dizem que há 6 milhões de domicílios vagos (prontos para venda ou aluguel, sem contar os abandonados ou inativos). Outro erro, este de caráter metodológico, é utilizar dados censitários para calcular deficit de moradias (é preciso fazer conceitualizações demais, como achar que quem casa, quer casa, logo todo recém casado sem casa entra para o deficit). Mais um indício preocupante é que no documento Política Nacional de Habitação, publicado há alguns meses pelo Ministério das Cidades, se reconhece que não há informações qualificadas sobre a demanda habitacional. Certamente há um deficit habitacional enorme, mas... Ou seja... Isso que dá acreditar em estatística...
keep comin' round: a morte do ambientalismo
We are not saying that Natural Resources Defense Council or any of the big national environmental groups need to close their doors. We're saying that the environmental identity should be updated into something more relevant. What needs to die is a particular conception of what environmentalism is and how environmental advocacy and campaigns are organized and run.
In this remarkable report on how environmentalism became a special interest, Michael Shellenberger and Ted Nordhaus suggest that it's time to reexamine everything we think we know about global warming and environmental politics, from what does and doesn't get counted as "environmental" to the movement's small-bore approach to policymaking.
Environmental leaders were rather dismayed late last year when upstarts began offering high-profile obituaries of their beloved movement.
entrevista com os autores do livro: http://www.grist.org/news/maindish/2005/01/13/little-doe/
In this remarkable report on how environmentalism became a special interest, Michael Shellenberger and Ted Nordhaus suggest that it's time to reexamine everything we think we know about global warming and environmental politics, from what does and doesn't get counted as "environmental" to the movement's small-bore approach to policymaking.
resenha: http://www.grist.org/news/maindish/2005/01/13/doe-reprint/
Environmental leaders were rather dismayed late last year when upstarts began offering high-profile obituaries of their beloved movement.
outra resenha: http://www.grist.org/news/maindish/2005/01/13/doe-intro/
04 setembro 2005
Art MoCo is a web magazine featuring modern contemporary art news and views
um cubo de palitos: 
nuvem de copos de café:
novelos de pratos de papel:
cubo de pinos:
check: http://mocoloco.com/art/archives/001293.php
nuvem de copos de café:
novelos de pratos de papel:
cubo de pinos:
check: http://mocoloco.com/art/archives/001293.php
para quem gosta de viver perigosamente abismado com densidade da arte
Mais um grande artista conceitual urbano (ou qualquer outra seqüência de conceitos bacanas sobre arte-bobagem):
magic sand: brinquedinho feito com material impressionante
Seca, a areia flui como água (não forma uma estrutura). Quando a areia é derramada na água, por não se molhar, ela pode ser moldada em estruturas e manter a forma. Quando a água é derramada para fora, a areia se mostra seca, e sem forma como no começo.
Primeira seqüência: vídeo da areia sendo derramada num copo d'água;
Segunda seqüência: mostrando a água sendo derramada para fora do copo;
Terceira seqüência: no final, a areia sendo derramada sequinha:
Veja o vídeo (é pequeno e rápido): http://poststuff5.entensity.net/082905/media.php?media=magicsand.wmv
Comparação com areia comum: http://jchemed.chem.wisc.edu/Journal/Issues/2000/Jan/abs40A.html
Sites para comprar a magic sand: http://www.stevespanglerscience.com/product/1331; http://www.inthe80s.com/toys/magicsand.shtml
03 setembro 2005
24 agosto 2005
The Climax of Humanity
Demographically and economically, our era is unique in human history. Depending on how we manage the next few decades, we could usher in environmental sustainability--or collapse
By George Musser
on Scientific American
By George Musser
on Scientific American
21 agosto 2005
vale a pena ver de novo? herança do site do dmau (design, materiais, arquitetura e urbanismo), extinto pelo "ig" gratuitamente
O conteúdo abaixo foi salvado dos destroços do site do dmau:
1) melhoria do ambiente construído:
Na construção do ambiente urbano ocorre uma especial conjunção de fatores complicadores (grande escala, implicações políticas, complicações sociais, poluições etc.). Mais do que bem projetar (o que já é difícil), é preciso criar ou recriar lugares que se tornem cada vez mais significativos e agradáveis para as pessoas que vão vivenciá-los, o que vai bem além do projeto em termos de construção de um lugar por uma comunidade ao longo de um longo tempo. Há uma cada vez maior necessidade de trocar conhecimentos a respeito das múltiplas e complexas questões inerentes aos ambientes de uso público. Por um lado, as autoridades locais não têm sabido a quem recorrer; por outro lado, as empresas têm muitas dúvidas conceituais, e até os profissionais também têm muitas dúvidas quanto a: materiais, processos, design, publicidade, políticas urbanas, engenharias, arquitetura e urbanismo, etc. Estranhamente, porém, há poucos estudos consistentes e abrangente à disposição do interessado.
2) uma metodologia de design urbano premiada:
Uma das principais razões para o atual sucesso do design urbano na produção de melhorias para espaços de uso público, é o seu papel "integrador". Trata-se de conjugar de forma estratégica as diferentes áreas envolvidas com pesquisa, planejamento, projetos e obras, interligando os anseios das comunidades com as reais possibilidades de se promover o seu desenvolvimento. Não se trata de um "tipo" de planejamento urbano mais "humilde", e sim de uma especialização projetual baseada na tradicional formação dos arquitetos, interligando a criatividade artística com a manipulação das possibilidades tecnológicas. Ocorrem ações pulverizadas, eventualmente vistas como intervenções apenas pontuais, justamente porque o design urbano faz parte do sistema de planejamento urbano, mas onde houver planejamento integrado, as intervenções pontuais serão percebidas como parte de um conjunto de intervenções. Ou seja: mesmo as pequenas intervenções, pontuais ou não, devem fazer parte de grandes estratégias integradas.
3)12 princípios orientadores (identificados nos melhores projetos de design urbano):
(1) É a comunidade que determina os pontos fortes dos seus lugares;
(2) Deve-se perceber além do observável (inclusive no passado e no futuro);
(3) Deve-se pré-definir um conceito sintético (imagens+conceito) para orientar projeto e obra;
(4) O projeto deve apresentar harmonia para se inserir na evolução do lugar;
(5) Deve-se criar um lugar, em vez de um design para o lugar;
(6) Trata-se de uma questão de difícil síntese, longo prazo e muitos parceiros;
(7) O projeto deve considerar que um lugar nunca fica pronto e orientar sua contínua construção;
(8) A construção do lugar é gradual, combinada com um constante re-aprendizado pela comunidade;
(9) Nem tudo depende de dinheiro, obstáculos impossíveis devem ser contornados;
(10) Deve-se programar triangulações das atividades (relações entre as funções previstas);
(11) Deve-se conter a obsessão do processo de projetar e preencher todos os espaços;
(12) Em desenho urbano a forma não segue a função, a forma dá suporte à função (que pode ser imaginária).
4) Metodologia básica de design urbano:
1) Pesquisa e diagnóstico iniciais, conjugados com a definição dos objetivos comuns que sejam viáveis.
2) Análise geral, de diversos aspectos chave de planejamento tais como: atributos físico-ambientais e imaginários, potencialidades e constrangimentos, áreas prioritárias, perspectivas de ação.
3) Definição de estratégias e parâmetros para o desenvolvimento dos projetos e diretrizes.
4) Estabelecimento do projeto guia, e das diretrizes dos projetos complementares.
5) Desenvolvimento coordenado de projetos e obras.
1) melhoria do ambiente construído:
Na construção do ambiente urbano ocorre uma especial conjunção de fatores complicadores (grande escala, implicações políticas, complicações sociais, poluições etc.). Mais do que bem projetar (o que já é difícil), é preciso criar ou recriar lugares que se tornem cada vez mais significativos e agradáveis para as pessoas que vão vivenciá-los, o que vai bem além do projeto em termos de construção de um lugar por uma comunidade ao longo de um longo tempo. Há uma cada vez maior necessidade de trocar conhecimentos a respeito das múltiplas e complexas questões inerentes aos ambientes de uso público. Por um lado, as autoridades locais não têm sabido a quem recorrer; por outro lado, as empresas têm muitas dúvidas conceituais, e até os profissionais também têm muitas dúvidas quanto a: materiais, processos, design, publicidade, políticas urbanas, engenharias, arquitetura e urbanismo, etc. Estranhamente, porém, há poucos estudos consistentes e abrangente à disposição do interessado.
2) uma metodologia de design urbano premiada:
Uma das principais razões para o atual sucesso do design urbano na produção de melhorias para espaços de uso público, é o seu papel "integrador". Trata-se de conjugar de forma estratégica as diferentes áreas envolvidas com pesquisa, planejamento, projetos e obras, interligando os anseios das comunidades com as reais possibilidades de se promover o seu desenvolvimento. Não se trata de um "tipo" de planejamento urbano mais "humilde", e sim de uma especialização projetual baseada na tradicional formação dos arquitetos, interligando a criatividade artística com a manipulação das possibilidades tecnológicas. Ocorrem ações pulverizadas, eventualmente vistas como intervenções apenas pontuais, justamente porque o design urbano faz parte do sistema de planejamento urbano, mas onde houver planejamento integrado, as intervenções pontuais serão percebidas como parte de um conjunto de intervenções. Ou seja: mesmo as pequenas intervenções, pontuais ou não, devem fazer parte de grandes estratégias integradas.
3)12 princípios orientadores (identificados nos melhores projetos de design urbano):
(1) É a comunidade que determina os pontos fortes dos seus lugares;
(2) Deve-se perceber além do observável (inclusive no passado e no futuro);
(3) Deve-se pré-definir um conceito sintético (imagens+conceito) para orientar projeto e obra;
(4) O projeto deve apresentar harmonia para se inserir na evolução do lugar;
(5) Deve-se criar um lugar, em vez de um design para o lugar;
(6) Trata-se de uma questão de difícil síntese, longo prazo e muitos parceiros;
(7) O projeto deve considerar que um lugar nunca fica pronto e orientar sua contínua construção;
(8) A construção do lugar é gradual, combinada com um constante re-aprendizado pela comunidade;
(9) Nem tudo depende de dinheiro, obstáculos impossíveis devem ser contornados;
(10) Deve-se programar triangulações das atividades (relações entre as funções previstas);
(11) Deve-se conter a obsessão do processo de projetar e preencher todos os espaços;
(12) Em desenho urbano a forma não segue a função, a forma dá suporte à função (que pode ser imaginária).
4) Metodologia básica de design urbano:
1) Pesquisa e diagnóstico iniciais, conjugados com a definição dos objetivos comuns que sejam viáveis.
2) Análise geral, de diversos aspectos chave de planejamento tais como: atributos físico-ambientais e imaginários, potencialidades e constrangimentos, áreas prioritárias, perspectivas de ação.
3) Definição de estratégias e parâmetros para o desenvolvimento dos projetos e diretrizes.
4) Estabelecimento do projeto guia, e das diretrizes dos projetos complementares.
5) Desenvolvimento coordenado de projetos e obras.
14 agosto 2005
mais seção vale a pena ver de novo: idéia de trote publicada em Jun2004
But attention you jerks: Não vale sequestrar professores para levantar fundos ou para pressionar pelo deferimento de medidas requeridas pelos alunos...
fonte e mais idéias: http://www.octanecreative.com/ducttape/walltapings/
13 agosto 2005
seção: design de interiores (repetido)
Para você que não saberia o que fazer com o cadáver da sua sogra, que tal a idéia de Jeff Green, um viúvo americano do Arizona? Com saudades da ex-esposa (últimas palavras: "Nos reencontraremos no céu"), mandou desenterrar, embalsamar, e trouxe a moça de volta para casa, na forma de uma mesa de café, em vidro selado, que custou $6,000.00 (e a perda de algumas visitas). Pontos positivos: A faxineira deve tomar o maior cuidado para não quebrar nada na casa; pelo menos a mulher não está no quarto do cara...Pontos negativos: É... pensando bem... Não sei...Dúvidas: Sei lá... Pode ter vácuo, pode ter uma chaminé escondida, mas esse "aquário" pode explodir.
vale a pena ler de novo: aula sobre o empacotamento mecânico
Um professor de materiais parou na frente da classe e sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e encheu-o com pedras de uns 2 cm de diâmetro. Então perguntou aos alunos se o vidro estava cheio. Eles concordaram que estava. Então o professor pegou uma caixa com pedregulhos bem pequenos jogou-os dentro do vidro agitando-o levemente. Os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras. Ele então perguntou novamente se o vidro estava cheio. Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio. Então o professor pegou uma caixa com areia e despejou-a dentro do vidro preenchendo o restante.Agora, disse o Professor, eu quero que vocês entendam que isto simboliza a sua vida: As pedras são as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a sua vida. Os pedregulhos são as outras coisas que importam, como o seu emprego, sua casa, seu carro. A areia representa o resto. As coisas pequenas. Se vocês colocarem a areia primeiro no vidro, não haverá mais espaço para os pedregulhos e as pedras. O mesmo vale para a sua vida. Cuidem das pedras primeiro. Das coisas que realmente importam. Estabeleçam suas prioridades. O resto é só areia! Mas então, um aluno pegou o vidro que todos concordaram que estava cheio, e perguntou novamente se o vidro estava cheio. Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio. Então ele derramou um copo de cerveja dentro do vidro. Claro, a areia ficou ensopada com a cerveja preenchendo todos os espaços restantes dentro do vidro, fazendo com que ele desta vez ficasse realmente cheio. E falou: Não importa o quanto sua vida esteja cheia de coisas e problemas, sempre sobra espaço para uma cervejinha.
seção vale a pena ver de novo: cocô design
Adoráveis fertilizantes para vasos de plantas domésticas produzidos nos zoológicos de Auckland e Wellington (Australia). Delicadas esculturas, moldadas por pressão manual nas feses de grandes animais. Contém grandes quantidades de fertilizantes naturais e artificiais (da ração dos animais)
12 agosto 2005
seção: eco-design social engraçado
Projeto social: Casa Cor popular - SP
Cerca de 30 artesãos - a maioria deles ex-moradores de rua - fazem parte do projeto casa Cor da Rua, uma loja que cria móveis feitos de sucataNo Centro de São Paulo o lixo que vem das ruas é transformado em arte, na casa Cor da Rua. Rodas de carro, cadeiras velhas e bagaço de cana são transformadas em peças únicas que podem ser usadas, sem fazer feio, em qualquer decoração. Semelhante à Casa Cor o maior evento de decoração do país que reúne os mais famosos arquitetos e decoradores , a casa Cor da Rua, na Rua dos Estudantes, 491, no Glicério, se difere por manter ambientes decorados com materiais produzidos pelo grupo de artesãos a maioria deles ex-moradores de rua que participam do projeto coordenado pela Organização Auxílio Fraterno (OAF). A oficina de artesanato existe há oito anos, mas a loja foi inaugurada em 2004. Além dos objetos de decoração, a Cor da Rua oferece também móveis sofás, camas, armários, tudo feito de sucata. Aqui nada se perde. Todo o material que chega da rua trazido pelos catadores uma hora ou outra acabam sendo usados, diz Edy de Luca, uma das coordenadoras do projeto. Boa parte das peças à venda na Cor da Rua é restaurada lá mesmo. Tem coisa que não dá nem para acreditar que veio do lixo, diz Floriano Pesaro, secretário municipal de Assistência e Desenvolvimento Social. No pequeno e bem-cuidado jardim, a Cor da Rua dá mais uma mostra de criatividade: rodas de bicicleta viram um moinho d'água para jardim. Uma das grandes vedetes da Cor da Rua são os objetos decorados por mosaicos, feitos pelos artesãos e aprendizes numa oficina instalada nos fundos da casa. A artesã Carla Cristina Vieira, de 19 anos, trabalha há 4 anos na oficina. É um trabalho de dedicação, tem que ter paciência, diz ela. O lucro com a venda das peças é usado para pagar uma bolsa-trabalho de R$ 200 mensais aos 30 artesãos que hoje trabalham no projeto.
Cerca de 30 artesãos - a maioria deles ex-moradores de rua - fazem parte do projeto casa Cor da Rua, uma loja que cria móveis feitos de sucataNo Centro de São Paulo o lixo que vem das ruas é transformado em arte, na casa Cor da Rua. Rodas de carro, cadeiras velhas e bagaço de cana são transformadas em peças únicas que podem ser usadas, sem fazer feio, em qualquer decoração. Semelhante à Casa Cor o maior evento de decoração do país que reúne os mais famosos arquitetos e decoradores , a casa Cor da Rua, na Rua dos Estudantes, 491, no Glicério, se difere por manter ambientes decorados com materiais produzidos pelo grupo de artesãos a maioria deles ex-moradores de rua que participam do projeto coordenado pela Organização Auxílio Fraterno (OAF). A oficina de artesanato existe há oito anos, mas a loja foi inaugurada em 2004. Além dos objetos de decoração, a Cor da Rua oferece também móveis sofás, camas, armários, tudo feito de sucata. Aqui nada se perde. Todo o material que chega da rua trazido pelos catadores uma hora ou outra acabam sendo usados, diz Edy de Luca, uma das coordenadoras do projeto. Boa parte das peças à venda na Cor da Rua é restaurada lá mesmo. Tem coisa que não dá nem para acreditar que veio do lixo, diz Floriano Pesaro, secretário municipal de Assistência e Desenvolvimento Social. No pequeno e bem-cuidado jardim, a Cor da Rua dá mais uma mostra de criatividade: rodas de bicicleta viram um moinho d'água para jardim. Uma das grandes vedetes da Cor da Rua são os objetos decorados por mosaicos, feitos pelos artesãos e aprendizes numa oficina instalada nos fundos da casa. A artesã Carla Cristina Vieira, de 19 anos, trabalha há 4 anos na oficina. É um trabalho de dedicação, tem que ter paciência, diz ela. O lucro com a venda das peças é usado para pagar uma bolsa-trabalho de R$ 200 mensais aos 30 artesãos que hoje trabalham no projeto.
fonte primária: Diário de São Paulo - www.diariosp.com.br
fonte do post: http://www.setorreciclagem.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=328
Visite o site http://www.setorreciclagem.com.br/index.php
fonte do post: http://www.setorreciclagem.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=328
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série passo-a-passo: como fazer uma bolsa de jornal velho
o passo-a-passo com fotos está em http://www.setorreciclagem.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=334
11 agosto 2005
AS LEIS DA ARQUITETURA
Desacaradamente copiado (e ligeiramente modificado) do ótimo blog Um Arquiteto Comum http://arquitetocomum.blogspot.com/ Recomenda-se ler sempre este outro blog antes deste aqui.
LEI DO LOTE ESTREITO: Em todos os lotes falta um metro de largura.
LEI DO TOPÓGRAFO: Dois levantamentos topográficos de um lote nunca são iguais. Se forem iguais, um topógrafo colou do outro e ambos estão errados. Corolário: Se existe um só levantamento este é confiável. Se existem dois...Nenhum é confiável.
LEI DO BI-PROJETO: O cliente que necessita ampliar a garagem e construir um grande edifício, somente construirá a garagem. Hoje em dia, se o cliente quiser fazer uma edícula com churrasqueira para depois construir uma piscina com uma casa na frente, mal conseguirá terminar a churrasqueira.
LEI DO CARTOON: Se um cliente chama seu anteprojeto de "desenhinho", ele não vai querer pagá-lo.
LEI DO GÊNIO IDIOTA: O cliente contrata você dizendo que acha você um gênio, na hora de pagar vai dizer que até o filho dele de 8, 9 anos faz desenhos melhores que os seus.
LEI DA CERÂMICA: Nenhuma cerâmica de 20 x 20 mede 20 x 20.
LEI DO CAMINHÃO: Sempre que se vai verificar uma entrega de materiais, dirão que "o caminhão já saiu para entregar"
LEI DO "NIGUÉM SABE": O cliente nunca sabe o que quer. Quando pensa que sabe o quer, certamente não sabe o que pode ter. O arquiteto tampouco sabe o que quer o cliente. O cliente nunca entende o que quer o arquiteto. Corolário: O projeto nunca reflete o que quer o arquiteto, nem o que quer o cliente.
LEI DA BUSCA: Não importa que seu projeto fique em um local escondido; se for ruim, todos irão encontrá-lo
LEI DO VIZINHO: Se no lote vizinho existe um edifício de "N" pavimentos, no seu terreno será permitido "N - 2". Se seu edifício tem "N" pavimentos, seu vizinho poderá construir "N + 2"
LEI DO PRONTO: Se um cliente solicita uma modificação de projeto, diga que é impossível de ser realizada: depois estude o caso.
LEI DO TEMPO A FAVOR: Demore a realizar o detalhamento e não será preciso faze-lo.
LEI DO EGOS: Se quer um bom projeto, utilize o material adequado.Se quiser que seja publicado, use tijolos de vidro.
LEI DO ELETRODOMÉSTICO: Todas as máquinas de lavar pratos são 5 cm maiores.
LEI DO TEMPO: A temporada de chuvas começa no dia em que se iniciam as escavações.
LEI DA CULPA: Não importa a causa: se algo dá errado no projeto o responsável é o arquiteto.
LEI DO AQUECEDOR: Para acomodar um simples aquecedor um closet deverá ser sacrificado.
LEI DA SATISFAÇÃO APARENTES: Se um cliente fica satisfeito:a) Não entendeu o projeto.b) Não pagou o projeto.c) O arquiteto se enganou.
LEI DA TOLERÂNCIA: "Modulação" é um sistema milimétrico para que os elementos fiquem mais ou menos parecidos.
LEI DA EMPREGADA DOMÉSTICA: Se o quarto de empregada está projetado para que caiba uma empregada, o apartamento é velho. Se a empregada não cabe no quarto, o apartamento é novo.
LEI DO CLIENTE-ARQUITETO: O cliente é um arquiteto que não sabe desenhar. Quanto mais caro o projeo, mais arquiteto é o cliente e mais desenhista é o arquiteto.
LEI DO MESTRE DE OBRAS: Os ângulos retos não existem.
LEI DO MESTRE DE OBRAS2: Curvas de alvenaria não têm raios.
LEI DO OLHÔMETRO: Um orçamento nunca é cumprido. Corolário: se um orçamento é cumprido, alguém cometeu um erro.
LEI DA MEMBRANA ASFÁLTICA: Se uma cobertura não tem goteiras, ...tenha paciência.
LEI DA FALSA ENTREGA: Se o carpinteiro chegou a tempo com os móveis, ele se enganou de obra.
LEI DA OFERTA: Se um tapete está em oferta:a) É rosa com verde e lilásb) Tem 2m2 a menos de que é necessário.c) Já foi vendido.
LEI DO "FICOU": Nas obras, as coisas não são feitas: elas ficam. Exemplo: "Ficou torcido", "Ficou curto", "Ficou torto"...
LEI DO CLIENTE FIXO: Se um apartamento foi construído em um local adequado, de tamanho adequado e a um preço adequado: a) O comprador que gosta do local e do tamanho, não tem dinheiro.b) O comprador que gosta do local e do preço, acha tudo pequeno.c) O comprador que gosta do tamanho e do preço, não gosta do local.d) O comprador que gosta do tamanho, do preço e do local... é você
LEI DO ÚLTIMO ESTRAGA: O último a executar qualquer serviço em uma obra estraga o serviço do anterior: o marceneiro estraga a pintura, o pintor estraga o piso, o piso estraga o reboco, e assim por diante.
LEI DO INEVITÁVEL: Sempre o último parafuso a ser colocado arrebentará um cano de água.
LEI DA INÉRCIA POR DETALHAMENTO: Quanto mais minuciosamente detalhado for um projeto menos os pedreiros vão entender e trabalhar.
LEI DO BEM QUE EU AVISEI: Não adianta o arquiteto que visita as obras para verificar a execução de seus projetos avisar que algo está sendo construído errado, ao contrário do que foi projetado, porque quando der errado, vão chamar o arquiteto, colocar toda a culpa nele, e perguntar por que ele não avisou nada antes.
LEI DO LOTE ESTREITO: Em todos os lotes falta um metro de largura.
LEI DO TOPÓGRAFO: Dois levantamentos topográficos de um lote nunca são iguais. Se forem iguais, um topógrafo colou do outro e ambos estão errados. Corolário: Se existe um só levantamento este é confiável. Se existem dois...Nenhum é confiável.
LEI DO BI-PROJETO: O cliente que necessita ampliar a garagem e construir um grande edifício, somente construirá a garagem. Hoje em dia, se o cliente quiser fazer uma edícula com churrasqueira para depois construir uma piscina com uma casa na frente, mal conseguirá terminar a churrasqueira.
LEI DO CARTOON: Se um cliente chama seu anteprojeto de "desenhinho", ele não vai querer pagá-lo.
LEI DO GÊNIO IDIOTA: O cliente contrata você dizendo que acha você um gênio, na hora de pagar vai dizer que até o filho dele de 8, 9 anos faz desenhos melhores que os seus.
LEI DA CERÂMICA: Nenhuma cerâmica de 20 x 20 mede 20 x 20.
LEI DO CAMINHÃO: Sempre que se vai verificar uma entrega de materiais, dirão que "o caminhão já saiu para entregar"
LEI DO "NIGUÉM SABE": O cliente nunca sabe o que quer. Quando pensa que sabe o quer, certamente não sabe o que pode ter. O arquiteto tampouco sabe o que quer o cliente. O cliente nunca entende o que quer o arquiteto. Corolário: O projeto nunca reflete o que quer o arquiteto, nem o que quer o cliente.
LEI DA BUSCA: Não importa que seu projeto fique em um local escondido; se for ruim, todos irão encontrá-lo
LEI DO VIZINHO: Se no lote vizinho existe um edifício de "N" pavimentos, no seu terreno será permitido "N - 2". Se seu edifício tem "N" pavimentos, seu vizinho poderá construir "N + 2"
LEI DO PRONTO: Se um cliente solicita uma modificação de projeto, diga que é impossível de ser realizada: depois estude o caso.
LEI DO TEMPO A FAVOR: Demore a realizar o detalhamento e não será preciso faze-lo.
LEI DO EGOS: Se quer um bom projeto, utilize o material adequado.Se quiser que seja publicado, use tijolos de vidro.
LEI DO ELETRODOMÉSTICO: Todas as máquinas de lavar pratos são 5 cm maiores.
LEI DO TEMPO: A temporada de chuvas começa no dia em que se iniciam as escavações.
LEI DA CULPA: Não importa a causa: se algo dá errado no projeto o responsável é o arquiteto.
LEI DO AQUECEDOR: Para acomodar um simples aquecedor um closet deverá ser sacrificado.
LEI DA SATISFAÇÃO APARENTES: Se um cliente fica satisfeito:a) Não entendeu o projeto.b) Não pagou o projeto.c) O arquiteto se enganou.
LEI DA TOLERÂNCIA: "Modulação" é um sistema milimétrico para que os elementos fiquem mais ou menos parecidos.
LEI DA EMPREGADA DOMÉSTICA: Se o quarto de empregada está projetado para que caiba uma empregada, o apartamento é velho. Se a empregada não cabe no quarto, o apartamento é novo.
LEI DO CLIENTE-ARQUITETO: O cliente é um arquiteto que não sabe desenhar. Quanto mais caro o projeo, mais arquiteto é o cliente e mais desenhista é o arquiteto.
LEI DO MESTRE DE OBRAS: Os ângulos retos não existem.
LEI DO MESTRE DE OBRAS2: Curvas de alvenaria não têm raios.
LEI DO OLHÔMETRO: Um orçamento nunca é cumprido. Corolário: se um orçamento é cumprido, alguém cometeu um erro.
LEI DA MEMBRANA ASFÁLTICA: Se uma cobertura não tem goteiras, ...tenha paciência.
LEI DA FALSA ENTREGA: Se o carpinteiro chegou a tempo com os móveis, ele se enganou de obra.
LEI DA OFERTA: Se um tapete está em oferta:a) É rosa com verde e lilásb) Tem 2m2 a menos de que é necessário.c) Já foi vendido.
LEI DO "FICOU": Nas obras, as coisas não são feitas: elas ficam. Exemplo: "Ficou torcido", "Ficou curto", "Ficou torto"...
LEI DO CLIENTE FIXO: Se um apartamento foi construído em um local adequado, de tamanho adequado e a um preço adequado: a) O comprador que gosta do local e do tamanho, não tem dinheiro.b) O comprador que gosta do local e do preço, acha tudo pequeno.c) O comprador que gosta do tamanho e do preço, não gosta do local.d) O comprador que gosta do tamanho, do preço e do local... é você
LEI DO ÚLTIMO ESTRAGA: O último a executar qualquer serviço em uma obra estraga o serviço do anterior: o marceneiro estraga a pintura, o pintor estraga o piso, o piso estraga o reboco, e assim por diante.
LEI DO INEVITÁVEL: Sempre o último parafuso a ser colocado arrebentará um cano de água.
LEI DA INÉRCIA POR DETALHAMENTO: Quanto mais minuciosamente detalhado for um projeto menos os pedreiros vão entender e trabalhar.
LEI DO BEM QUE EU AVISEI: Não adianta o arquiteto que visita as obras para verificar a execução de seus projetos avisar que algo está sendo construído errado, ao contrário do que foi projetado, porque quando der errado, vão chamar o arquiteto, colocar toda a culpa nele, e perguntar por que ele não avisou nada antes.
17 julho 2005
16 julho 2005
seção "best of": o que fazer com suas sacolas de plástico
Nesse site ensinam muito bem (passo-a-passo) a fazer mantas (cobertores) e outras coisas com sacolas de supermercado trançadas:

OBS cretina: Isso deve pegar um fogo que deve ser uma beleza!
OBS cretina: Isso deve pegar um fogo que deve ser uma beleza!
fonte: http://www.bagbed.com/
12 julho 2005
Vila Barbara
Arquitetura: Sylvio Podestá
Planejamento: Rogerio Braga
Época: ±1986
Lugar: Trevo do Ouro Velho Mansões em Nova Lima-MG
O que aconteceu? Deu errado

Planejamento: Rogerio Braga
Época: ±1986
Lugar: Trevo do Ouro Velho Mansões em Nova Lima-MG
O que aconteceu? Deu errado

blogs unidos jamais serão vencidos
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1) http://nedua.blogspot.com;
2) http://edsm.blogspot.com;
3) http://pa-dua.blogspot.com;
4) http://gegeca.blogspot.com.
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