Arquitetura e urbanismo + Design, materiais e tecnologias + Desenvolvimento urbano e ambiental + material já publicado nos seguintes blogs: http://nedua.blogspot.com; http://edsm.blogspot.com; http://pa-dua.blogspot.com; http://gegeca.blogspot.com
09 fevereiro 2009
08 fevereiro 2009
seção maravilhas estruturais
Vídeo da bola durante um terremoto:
Vídeo do Discovery sobre terremotos e o prédio durante a obra:
O novo edifício Taipei 101, de 450 metros de altura, não é apenas o mais alto do mundo. Também se localiza sobre a maior falha geológica de Taiwan. Para contrabalançar os movimentos de ventos e de terremotos a torre conta com uma esfera de contrapeso de 730 toneladas, que funciona como um pêndulo, que reduz os movimentos do prédio em até 40%. A esfera de 5,5 metros de diametro, que custou mais de quatro milhões de dólares, fica entre os andares 88 e 92, pendurada por cabos e presa por amortecedores.
- informações enviadas por Alessandro Silva -
Vídeo do Discovery sobre terremotos e o prédio durante a obra:
O novo edifício Taipei 101, de 450 metros de altura, não é apenas o mais alto do mundo. Também se localiza sobre a maior falha geológica de Taiwan. Para contrabalançar os movimentos de ventos e de terremotos a torre conta com uma esfera de contrapeso de 730 toneladas, que funciona como um pêndulo, que reduz os movimentos do prédio em até 40%. A esfera de 5,5 metros de diametro, que custou mais de quatro milhões de dólares, fica entre os andares 88 e 92, pendurada por cabos e presa por amortecedores.
- informações enviadas por Alessandro Silva -
07 fevereiro 2009
25 janeiro 2009
seção lições de urbanismo
Faz o projetinho todo direitinho, mas cuidado com o nomezinho do empreendimento: http://www.boquetecountryclub.com/
10 janeiro 2009
08 janeiro 2009
15 dezembro 2008
seção camiseta de arquiteto

No site (ver abaixo) tem outros tipos de padrão, mas o legal é a linha de hatches do CAD.
http://www.archinect.com/tshirts/
http://archinect.com/news/article.php?id=83680_0_24_0_C
09 dezembro 2008
08 dezembro 2008
02 dezembro 2008
01 dezembro 2008
seção não digam que isso não é arquitetura
Isso é apenas um dos trailers do premiado documentário "Playing For Change: Peace Through Music". Uma tradução livre e avacalhada é que tem um duplo sentido (dãh). Por um lado quer dizer "tocando por um trocado", mas por outro lado, quer dizer "tocando por uma mudança". O subtítulo é mais fácil de traduzir: "a paz através da música". São canções gravadas pelo mundo afora, com tocadores de rua (alguns nem tanto assim). Tem um cover do clássico de Ben E. King, Stand by me. Tem também uma cover de One love do Bob Marley. O filme parece ser do cacete. O DVD e a trilha sonora vão ser vendidos para arrecadar fundos para o projeto, mas o grande propósito é filiar doadores ao movimento por meio do site www.playingforchange.com, onde os membros vão receber novidades exclusivas. O dinheiro arrecadado é para construir escolas e inspirar a melhoria da qualidade di vida de comunidades pobres. Tudo através da música. Agora diga que isso também não é arquitetura: planejamento, harmonização, melhoria, intenção, movimento e sei lá que mais... Veja alguns dos vídeos:
Aqui um trailer extendido:
link do movimento para você deixar uns trocados pelas belas músicas:
http://playingforchange.com/
Aqui um trailer extendido:
link do movimento para você deixar uns trocados pelas belas músicas:
http://playingforchange.com/
26 novembro 2008
seção coisas para você usar 5
Depois do SketchyPhysics (que a Google já comprou), sai mais um plug-in brutíssimo (como diria o Vinícius Christian) para o SketchUp:
25 novembro 2008
seção lições profissionais: aposentadoria de arquiteto
Apareceu uma comunidade no ORKUT brincando com o fato de ninguém conhecer um arquiteto aposentado. Por que os arquitetos não se aposentam?
E pior, segundo teria perguntado o architect I.M. Pei, por que os arquitetos vivem tanto? Philip Johnson teria respondido que é claro que arquitetos vivem muito; é para ter mais tempo para terminar seus projetos. Johnson aliás se aposentou várias vezes até morrer com 98 anos, a primeira delas aos 85 anos. O I.M. Pei anunciou sua aposentadoria aos 72, mas foi só para poder passear pelo escritório sem ter que se preocupar com os prazos de entrega de projetos. Hoje aos 91, Pei tem a idade de Frank Lloyd Wright quando morreu, trabalhando também. Wright pelo menos nunca disse que fosse se aposentar.
Talvez devido à natureza da profissão, porque a arquitetura sempre envolve balanceamentos sutis, os arquitetos aprendem a ser cautelosos, tanto consigo mesmos quanto com todas as técnicas que precisam dominar. É trabalhando que os arquitetos áprendem a tomar conta de milhões de detalhes ao mesmo tempo.
Witold Rybczynski já disse que não faz sentido dar prêmios, como o Pritzker Prize, para indivíduos, porque a arquitetura é um trabalho de equipe. Mas a liderança de equipes de trabalho matura ao longo da experiência profissional, tornando mais proeminentes justamente os mais experientes.
Ludwig Mies van der Rohe já tinha 62 anos quando começou a projetar os apartamentos da Lake Shore Drive, que se tornaram um modelo para todas os outros edifícios de aço e vidro. Le Corbusier já tinha 63 anos quando começou a construir a capela de Ronchamp. Louis Kahn já tinha 64 anos quando construiu o Salk Institute. Frank Gehry tinha 68 anos quando produziu o Bilbao Guggenheim. Ou seja: Quando finalmente o arquiteto consegue fazer as coisas darem certo já está mais velho, e justamente aí é que ele não vai parar de trabalhar mesmo.
E não é tão difícil para um arquiteto continuar a trabalhar, já que se trata de um trabalho de equipe. Até porque o desenvolvimento num escritório de arquitetura ocorre num rodízio de mão de obra que evolui enquanto envelhece e se renova. Como se diz sobre os grandes escritórios nas escolas de arquitetura americanas: The younger minds propose, but the master disposes _ os novatos propoem, os mestres dispoem.
Do ponto de vista dos investidores é mais seguro trabalhar com escritórios que mixem arquitetos jovens e ousados sob a supervisão de arquitetos experientes e sensatos. E como arquitetos de todas as idades dependem de clientes, em termos de composição, as equipes tendem a ser formar da maneira mais rentável.
Ademais, por mais realizado que seja um arquiteto experiente, jamais ele deixa de atender clientes exigentes, até porque seus sócios mais jovens o pressionarão, oferecendo capacidade e interesse por cada vez mais trabalho.
Ah... Enfim... É por aí...
fonte:
A tal comunidade do ORKUT:
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=18233516&tid=5271744877481010058&start=1
Texto mal traduzido e adaptado do seguinte artigo:
http://www.slate.com/id/2198786/
E pior, segundo teria perguntado o architect I.M. Pei, por que os arquitetos vivem tanto? Philip Johnson teria respondido que é claro que arquitetos vivem muito; é para ter mais tempo para terminar seus projetos. Johnson aliás se aposentou várias vezes até morrer com 98 anos, a primeira delas aos 85 anos. O I.M. Pei anunciou sua aposentadoria aos 72, mas foi só para poder passear pelo escritório sem ter que se preocupar com os prazos de entrega de projetos. Hoje aos 91, Pei tem a idade de Frank Lloyd Wright quando morreu, trabalhando também. Wright pelo menos nunca disse que fosse se aposentar.
Talvez devido à natureza da profissão, porque a arquitetura sempre envolve balanceamentos sutis, os arquitetos aprendem a ser cautelosos, tanto consigo mesmos quanto com todas as técnicas que precisam dominar. É trabalhando que os arquitetos áprendem a tomar conta de milhões de detalhes ao mesmo tempo.
Witold Rybczynski já disse que não faz sentido dar prêmios, como o Pritzker Prize, para indivíduos, porque a arquitetura é um trabalho de equipe. Mas a liderança de equipes de trabalho matura ao longo da experiência profissional, tornando mais proeminentes justamente os mais experientes.
Ludwig Mies van der Rohe já tinha 62 anos quando começou a projetar os apartamentos da Lake Shore Drive, que se tornaram um modelo para todas os outros edifícios de aço e vidro. Le Corbusier já tinha 63 anos quando começou a construir a capela de Ronchamp. Louis Kahn já tinha 64 anos quando construiu o Salk Institute. Frank Gehry tinha 68 anos quando produziu o Bilbao Guggenheim. Ou seja: Quando finalmente o arquiteto consegue fazer as coisas darem certo já está mais velho, e justamente aí é que ele não vai parar de trabalhar mesmo.
E não é tão difícil para um arquiteto continuar a trabalhar, já que se trata de um trabalho de equipe. Até porque o desenvolvimento num escritório de arquitetura ocorre num rodízio de mão de obra que evolui enquanto envelhece e se renova. Como se diz sobre os grandes escritórios nas escolas de arquitetura americanas: The younger minds propose, but the master disposes _ os novatos propoem, os mestres dispoem.
Do ponto de vista dos investidores é mais seguro trabalhar com escritórios que mixem arquitetos jovens e ousados sob a supervisão de arquitetos experientes e sensatos. E como arquitetos de todas as idades dependem de clientes, em termos de composição, as equipes tendem a ser formar da maneira mais rentável.
Ademais, por mais realizado que seja um arquiteto experiente, jamais ele deixa de atender clientes exigentes, até porque seus sócios mais jovens o pressionarão, oferecendo capacidade e interesse por cada vez mais trabalho.
Ah... Enfim... É por aí...
fonte:
A tal comunidade do ORKUT:
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=18233516&tid=5271744877481010058&start=1
Texto mal traduzido e adaptado do seguinte artigo:
http://www.slate.com/id/2198786/
poros, arquitetura porosa, alvenarias: os textile blocks de Frank Lloyd Wright















Frank Lloyd Wright inventou um sistema construtivo para a California entre 1923 e 1924, que ele chamou de "textile block system". Trata-se de blocos de concreto pré-moldados em padrões, poros, superfícies etc. São exemplos dessa fase: A casa de Alice Millard, conhecida como La Miniatura, em Pasadena, California; a casa de John Storer em West Hollywood, California; a casa de Samuel Freeman em Hollywood, California; e a casa de Ennis no Griffith Park em Los Angeles. Wright também projetou uma quinta casa para Aline Barnsdall, conhecida como a casinha de brinquedo, que nunca chegou a ser construída.
fonte principal:
http://www.ennishouse.org/htmls/textileblocks.htm
melhor parkour do melhor conjunto habitacional
trailer do documentário MY PLAYGROUND, de Kaspar Astrup Schröder, apresentando o grupo de parkour dinamarquês Team JiYo. O trailer se passa no Mountain Dwellings, projeto do estúdio BIG, que foi premiado como o Best Housing Project in the World no World Architecture Festival em Barcelona.
poros, arquitetura porosa, alvenarias
poros, arquitetura porosa, alvenarias





Intervenção na muralha de Nazarí, em Granada na Espanha: projeto de Antonio Jiménez Torrecillas.
Um terremoto destruiu boa parte desta muralha no século 19. Antonio Jiménez Torrecillas preencheu os vazios. A muralha é visível da Alhambra.
fontes:
http://www.archidose.org/Mar07/26/dose.html
http://www.antoniojimeneztorrecillas.com/
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